Trabalho operacional da Emlur diminui transtornos das chuvas com desobstrução de canais bocas de lobo

Drenagem

Trabalho operacional da Emlur diminui transtornos das chuvas com desobstrução de canais bocas de lobo

01/08/2022 | 19:00 | 64

Desde abril, a Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) vem realizando um trabalho para minimizar os transtornos das chuvas, em parceria com a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec-JP) e outros órgãos e secretarias da Prefeitura de João Pessoa. A partir das ações de planejamento e operacionais, a Emlur contribui para a melhoria do sistema de drenagem de águas pluviais, evitando que áreas da cidade sejam afetadas por inundações, alagamentos e deslizamentos de terra.

Conforme o diretor de Operações da Emlur, José Dantas, foi realizada a identificação e o mapeamento das áreas suscetíveis à inundação, alagamentos e deslizamentos. O estudo indicou 106 pontos de alagamentos, 15 pontos de inundação e 64 áreas de deslizamento e inundação.

A Emlur identificou que os causadores dos transtornos são obstrução e entupimentos de galerias e boca de lobo, em razão do descarte irregular de resíduos e aumento da produção de sedimentos; falta de grade para evitar que o lixo adentre às galerias de águas pluviais; subdimensionamento das galerias e rede de drenagem; e necessidade de limpeza de rios, calhas e canais.

“Diante desses diagnósticos, foi possível traçar uma malha de limpeza das vias e logradouros da cidade, para evitar os alagamentos provocados pela obstrução das galerias devido ao lixo descartado irregularmente”, explica José Dantas.

Resíduos irregulares – Os serviços são realizados pela equipe aquática da Emlur. Conforme o monitor, Joseilton da Silva, neste mês, a equipe trabalhou na retirada de resíduos em um córrego que corta o bairro de Cuiá. Foram encontrados materiais como sofás, colchões, armários, restos de máquina de lavar e até televisão.

“A quantidade de materiais deu pra encher a caçamba de dois caminhões. Já nos canais do Bessa, encontramos muitas garrafas PET e sacolas de plásticos, entre outros materiais descartáveis. Em cada local há tipos de resíduos diferentes descartados irregularmente”, afirma Joseilton da Silva.

Desde abril, as atividades incluíram:

– Limpeza das calhas de água pluviais do João Agripino (abril);

– Limpeza das calhas de água pluviais do Cabo Branco (abril);

– Limpeza dos canais e entorno do Parque Paraíba I, II, e III; (maio e junho);

– Limpeza da barreira do João Agripino (junho);

– Apoio à ação na comunidade Santa Clara, no Castelo Branco. Houve a retirada de casas que estavam em risco de deslizamento por estarem próximas à barreira do Castelo Branco (junho e julho);

– Limpeza e desobstrução de boca de lobos em diversas ruas (abril a julho)

– Desobstrução dos canais do Bessa (julho);

– Limpeza da barreira do Bessa (julho);

– Limpeza de córrego que corta o bairro de Cuiá (julho).

  • Texto: Thadeu Rodrigues Edição: Andrea Alves Fotografia: Carlos Nunes

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