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JOVENS APOSTAM EM ‘INVESTIMENTOS’ PENSANDO NO FUTURO

Planejar o futuro é um exercício saudável e deveria fazer parte do cotidiano de todos nós. No século XXI, onde as informações estão ao alcance de um clique, é comum ver jovens com seus smartphones e tablets interagindo em redes sociais, jogando, estudando, pesquisando e até mesmo trabalhando.

E, muitos desses jovens estão pensando no futuro…

A palavra ‘investimentos’ já faz parte do cotidiano da galera que, acostumada a se informar através das novas tecnologias, tem buscado cada vez mais informações sobre os variados tipos de investimentos. Uma pesquisa recente buscou identificar o comportamento dos jovens e suas expectativas para o futuro.

O estudo levou em consideração as expectativas e realização dos desejos através de atitudes financeiras. Também verificou questões que envolvem projetos familiares, bem como projetos pessoais; além de situações sociais e forma de vida dos jovens.

Mais de 1.600 entrevistas foram realizadas com jovens de todo o Brasil, incluindo pessoas de todas as classes sociais, envolvendo casados e solteiros. Foram divididos dois grupos, um de 18 a 24 anos e outro de 25 a 34 anos. E os grupos foram bastante semelhantes, quando perguntados sobre ‘investimentos’.

A poupança foi identificada como o investimento mais conhecido entre os jovens dos grupos. Já o consórcio ficou em segundo lugar entre os jovens de 25 a 34 anos; e em terceiro lugar no grupo de 18 a 24 anos.

Quando questionados sobre a origem do conhecimento referente a consórcio, 57% dos entrevistados disseram que as primeiras informações vieram de familiares e amigos. A Internet também foi identificada como fonte recorrente de informação sobre a modalidade.

Mesmo investimentos mais seguros e rentáveis que a poupança, como o Tesouro Direto, ainda não se tornaram populares. Este simulador mostra que o Tesouro pode ser muito mais vantajoso que a Poupança em diversos critérios.

SOBRE A PESQUISA

A pesquisa foi encomendada pela ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) e o estudo foi realizado pela Quórum Brasil, tendo um grupo de 1.600 jovens como amostragem. Os grupos foram divididos em dois subgrupos de 800 entrevistados, sendo um de 18 a 24 anos; e outro de 25 a 34 anos. Levando-se o gênero em consideração, 49% dos entrevistados eram do sexo masculino e 51% pertenciam ao sexo feminino.