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	<title>Delubio Soares &#187; José Serra</title>
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		<title>Entenda por que Serra afundaria o Brasil e Lula o salvou da crise internacional</title>
		<link>http://delubio.com.br/blog/2010/08/a-guerra-que-decidiu-as-eleicoes/</link>
		<comments>http://delubio.com.br/blog/2010/08/a-guerra-que-decidiu-as-eleicoes/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 23:12:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Econômica Mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Nassif]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[tucanos]]></category>

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		<description><![CDATA[O vídeo definitivo sobre a grande crise de 2008. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">por Luis Nassif</p>
<p>O vídeo definitivo sobre a grande crise de  2008. Um trabalho soberbo desse jorbacdc, mostrando a maior batalha dos  últimos anos, a luta contra a crise global, que marcou definitivamente a  consolidação da candidatura Dilma e o esvaziamento da José Serra.</p>
<div><strong>Por <a target="_blank" href="http://www.youtube.com/user/jorbacdc" >jorbacdc</a>, no Youtube</strong></div>
<div>August 24, 2010</div>
<p id="eow-description">Este vídeo traça uma cronologia da crise   mundial (2008-2009) sob a ótica da imprensa brasileira e da oposição ao   governo Lula, do PT.</p>
<p>Com pouco mais de 9 minutos de duração, o   vídeo traz também uma resposta aos que não entendem como o governo de   Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) conseguiu quebrar o Brasil três   vezes, a despeito de ter liquidado quase todas as estatais lucrativas.</p>
<p>Pois,   ao que parece, os &#8220;economistas PhDs&#8221; do PSDB não conseguem enxergar   além das &#8220;receitas importadas&#8221; dos seus gurus neoliberais   internacionais. E no meio do &#8220;efeito manada&#8221;, o economista (?) José   Serra disparou a dar entrevistas em que apontava os &#8220;graves erros&#8221; que a   equipe econômica do governo Lula estava cometendo para tentar superar a   crise, pois &#8220;ia na contramão&#8221; das medidas adotadas pelas grande   potências mundiais que, segundo Serra, &#8220;eram as únicas soluções   possíveis&#8221;.</p>
<p>E o vídeo aponta as &#8220;medidas&#8221; e as contradições de   José Serra ante a crise quando ele ainda era governador do Estado mais   rico da Federação.</p>
<p>Ao economista (?) José Serra (e a todos os   demais &#8220;especialistas&#8221; da direita conservadora do Brasil) parece faltar a   ousadia, a sensibilidade e a criatividade mostradas pelo governo do PT   para superar as falhas graves, como a crise financeira mundial e a   desigualdade social de um grande país que, definitivamente, não deve   ficar importando  &#8220;receitas de bolo&#8221; estrangeiras para superar as   dificuldades internas.</p>
<p>O vídeo mostra também de que forma a   grande imprensa brasileira (que se popularizou na blogosfera como &#8220;PIG&#8221;)   exerceu um papel totalmente antipatriótico. Pois que, no furor para   destruir a imagem de Lula, &#8220;importou&#8217; a crise e trouxe graves   consequências ao Brasil, onde a crise poderia ter batido de forma mais   suave se não fosse o alarmismo dos empresários que, pelos noticiários da   imprensa, resolveram erroneamente demitir funcionários.</p>
<p>Em   tempo: a imprensa brasileira foi a única do mundo (daqueles países que   não tinham nada a ver com a crise) que expôs com destaque e   sensacionalismo a crise econômica mundial. A abordagem alarmista foi   ainda pior do que aquela mostrada pela imprensa norte-americana ou   europeia.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Ig9pE6qwzxw?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Ig9pE6qwzxw?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Publicado Originalmente em <a href="http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/a-guerra-que-decidiu-as-eleicoes"  target="_blank">Luis Nassif Online</a></p>
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		<title>Locomotiva em marcha-à-ré</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 12:50:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Serra]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Márcio Pochmann]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Artur Araújo Márcio Pochmann, presidente do IPEA, publicou, há poucos dias atrás, um artigo que merece o qualificativo “fundante”. Partiu, como bom cientista que é, dos fatos, dos dados, e semeou uma idéia que estrutura a compreensão do que são Serra e sua candidatura. O texto, “Para onde vai São Paulo?”, examina informações do IBGE, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Artur Araújo</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Márcio Pochmann, presidente do IPEA, publicou, há poucos dias atrás, um artigo que merece o qualificativo “fundante”. Partiu, como bom cientista que é, dos fatos, dos dados, e semeou uma idéia que estrutura a compreensão do que são Serra e sua candidatura.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto, “Para onde vai São Paulo?”, examina informações do IBGE, segmentadas por estado, e chega a uma conclusão inatacável: “Apesar dessas quedas relativas na participação econômica do Estado de São Paulo na produção nacional, percebe-se que houve crescimento do peso paulista em outros setores, não necessariamente estimulantes em termos da construção exitosa do seu futuro. O setor da agropecuária ampliou sua participação de 8,6%, em 1996, para 11,7%, em 2007, e o de intermediação financeira teve ampliação de 49,9% para 51,4% no mesmo período de tempo. Mesmo reconhecendo a importância dos setores agropecuários e financeiros, sabe-se que eles não são suficientes para contribuir decisivamente na construção de uma sociedade superior. [...] observa-se que as escolhas governamentais mais recentes apostam mais no passado do que no futuro. [...] constata-se a sinalização de interrupção na passagem da sociedade industrial para o pós-industrial, com importante retorno ao velho agrarismo. O setor agropecuário gera riqueza empregando cada vez menos mão de obra, enquanto a intermediação financeira opera com crescente tecnologia de informação poupadora de força de trabalho, o que compromete o futuro de inclusão e coesão social paulista.”.</p>
<p style="text-align: justify;">Se ainda faltassem argumentos para convencer os eleitores de que a eleição de Serra seria o retrocesso do Brasil, agora estão definitivamente fornecidos. Autoproclamado “moderno e desenvolvimentista”, José Serra, pela prática de sua gestão e examinado sob a lupa de Pochmann, mostra que rumo segue ao gerir a coisa pública: cria as condições, políticas e ideológicas, para a organização da economia em um modelo que, neoliberal à tona, é puro retorno ao passado. Para os que têm algum gosto pela história paulista, vêm à mente corretores e barões do café, tomando chá no Mappin Store, e casas bancárias descontando letras de câmbio com banqueiros londrinos de cartola.</p>
<p style="text-align: justify;">O controle que Serra sempre exerceu sobre os grandes meios de comunicação em São Paulo – são famosas, entre editores e jornalistas, suas ligações telefônicas exigindo tal ou qual linha de redação – foi o instrumento usado para que nunca aflorasse o resultado de seu governo, que aprofundou a aplicação do programa do PSDB, iniciada já nas gestões Covas. Como seria desastroso até citar consequências do modo tucano de governar, erigiu-se uma barreira de silêncio, o debate ficou interdito e a mediocridade do governo foi oculta por omissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além do mais óbvio – o estrangulamento financeiro e a paralisia de gestão dos sistemas públicos de saúde, educação, transportes, obras e segurança; a truculência como método de convívio com a sociedade civil, ao estilo do velho PRP, aquele que considerava que “a questão social é um caso de polícia” – ficou invisível a alteração estrutural da produção em São Paulo. Na ânsia de bem servir a Serra, a mídia paulista veio desservindo até seus anunciantes &#8211; os empresários industriais, do comércio e dos serviços – e seu próprio “leitorado” principal, as camadas médias das principais cidades, cujos empregos e pequenas empresas não sobreviverão a um São Paulo à la anos 1920.</p>
<p style="text-align: justify;">O pânico que o artigo de Pochmann semeou entre os grão-tucanos mereceu recibo e gerou o improviso de uma das peças de campanha mais patéticas dos últimos tempos. Publicado em uma terça-feira, já no domingo o texto do presidente do IPEA era confrontado por um pretenso estudo da MB Associados, empresa da notória família Mendonça de Barros, que sacou uma bola de cristal e passou a prever um crescimento da massa de renda no estado de São Paulo, no período 2010-2015, na casa de 8,1% ao ano, uma expansão de quase três vezes em relação ao período 2003-2008.</p>
<p style="text-align: justify;">A MB, nesse relatório de encomenda, classifica o crescimento anual da renda paulista, entre 2003 e 2008 (2,9%), como “medíocre” e o compara às taxas do Piauí (7,9%) e Bahia (7% ao ano, no mesmo período). E mais: atribui essa suposta reação futura de São Paulo ao pré-sal, aos desembolsos do BNDES e à realização da Copa e das Olimpíadas no Brasil, ações que, cada brasileiro bem sabe, nunca contaram com qualquer apoio de Serra.</p>
<p style="text-align: justify;">Obrigados, ainda, a reconhecer o papel estruturante que tiveram &#8211; no crescimento econômico e na redução das desigualdades regionais &#8211; as políticas sociais (Bolsa-Família, em particular) e de recomposição do poder de compra do salário-mínimo (esta sempre considerada, por eles mesmos, como “inflacionária” e “destrutiva para o INSS e para os municípios”), são socorridos, pela reportagem do jornal que publica a peça da MB, com exemplos impactantes: a decisiva expansão de algumas empresas, em particular uma em Pindamonhangaba, que, ao longo desse “novo ciclo expansionista” da indústria paulista, gerarão a estonteante cifra de 124 novos empregos diretos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Os paulistas sempre tiveram muito orgulho da imagem da “locomotiva do Brasil”. Por vezes, até às raias do chauvinismo, manifesto no complemento “puxando 26 vagões vazios”. Tal formulação nunca levou em conta o quanto o desenvolvimento mais igualitário, das demais regiões brasileiras, era estratégico para o avanço do estado, mas contava com um fundo de verdade, a idéia de protagonismo bandeirante. O PSDB, em ânsia neoliberal “fashion”, negou os papéis planejador, indutor e mesmo investidor do Estado e recusou-se a aplicar medidas anticíclicas na crise e pró-cíclicas nas fases de bonança. Mudou a marcha de São Paulo e colocou a locomotiva no desvio e em marcha-a-ré.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os méritos decisivos dos dois mandatos de Lula está a recondução das idéias de Nação e de redução das desigualdades ao centro do pensamento político e das aspirações da sociedade. Além das ações mirando o aumento da participação da remuneração do trabalho na renda nacional, o período 2003/2010 será reconhecido pelo esforço bem sucedido de dar às demais unidades da federação uma oportunidade de participação mais equilibrada nas riquezas do Brasil. E a trajetória pessoal de Dilma Rousseff, desde sua militância política de juventude, tem no nacionalismo, no desenvolvimento regional, na integração de pessoas e territórios, marcos de constância.</p>
<p style="text-align: justify;">Paulistas que reflitam sobre para onde está indo São Paulo, sob a batuta de Serra e de seus sócios – no PSDB/DEM/PPS, na grande banca, nas “consultorias econômicas” e no latifúndio monocultor – podem vir a ser um diferencial no processo eleitoral em curso. Após pensarem um pouco mais sobre seu estado, de origem ou escolha, terão a oportunidade de alertar os brasileiros de outros lugares que as propagandas da SABESP, onipresentes nos horários nobres em lares que não consomem água paulista, só buscam criar um mito e esconder o atraso no fim do túnel.</p>
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		<title>Chico Buarque certo dia disse: &#8220;vai passar!&#8221;</title>
		<link>http://delubio.com.br/blog/2010/06/chico-buarque-certo-dia-disse-vai-passar/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 17:54:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[IBOPE]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Celso Jardim Como mostra o gráfico Dilma cresceu de setembro a junho 22% no instituto de pesquisa Ibope e Serra permanece na margem de erro da pesquisa há oito meses, 2%, variando de 35% em setembro para 37% agora em junho. Isso que dizer que está no mesmo patamar de 35%, Serra não cresceu enquanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/IBOPE-BR-JUN-2010.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-2768" title="IBOPE BR JUN 2010" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/IBOPE-BR-JUN-2010.jpg" alt="" width="400" height="294" /></a></p>
<p><a href="http://dilma13.blogspot.com/2010/06/chico-buarque-certo-dia-disse-vai.html" target="_blank"><br />
</a>Celso Jardim</p>
<p style="text-align: justify;">Como mostra o gráfico Dilma cresceu de setembro a junho 22% no instituto de pesquisa Ibope e Serra permanece na margem de erro da pesquisa há oito meses, 2%, variando de 35% em setembro para 37% agora em junho.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso que dizer que está no mesmo patamar de 35%, Serra não cresceu enquanto estava exercendo o cargo de governador de São Paulo, não cresceu quando lançou sua candidatura, não cresceu em nenhum momento desde setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Dilma cresce em média 3% por mês, saiu de 15% em setembro e chega aos 37% neste mês de junho. Desde que saiu da Casa Civil a ex-ministra cresceu 8% só nos últimos sessenta dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Serra continua sendo o candidato com maior índice de rejeição, tanto no Datafolha, como na pesquisa divulgada ontem. Serra quando o instituto apura quem é o candidato mais antipático, fica a frente de todos os outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ajudar, campanha eleitoral não é concurso de simpatia, acredito que Serra está no quesito mais antipático, não só pelo visual, é porque não tem discurso e propostas novas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos analistas declaram que a exposição em programas eleitorais pode favorecer um candidato durante a fase de levantamento das pesquisas, durante essa pesquisa do Ibope divulgada ontem Serra apareceu em todos os programas do DEM.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, ainda não podemos dizer porque não cresceu nas pesquisas segundo os analistas, se empacou mesmo ou se porque estava no programa dos demos, aparecer ao lado do DEM não ajuda ninguém.</p>
<p style="text-align: justify;">Dilma em todas as pesquisas realizadas nos últimos meses por todos os institutos, Sensus, Vox Populi, Datafolha e o Ibope está na frente na pesquisa espontânea, quando o eleitor responde sem ser apresentado qualquer nome, &#8220;Se a eleição fosse hoje em quem você votaria?</p>
<p style="text-align: justify;">Sem a resposta estimulada a ex-ministra cresce também, o nome tá na ponta da língua.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão é de tempo, Dilma continuando nesse consistente crescimento e como disse um dia Chico Buarque, vai passar.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Fonte</span></strong>: <strong><a href="http://dilma13.blogspot.com/"  target="_blank">http://dilma13.blogspot.com/</a></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Empresários repudiam posição de Serra sobre Mercosul</title>
		<link>http://delubio.com.br/blog/2010/05/empresarios-repudiam-posicao-de-serra-sobre-mercosul/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 13:09:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[América do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>

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		<description><![CDATA[Reunidos na Espanha, micros, pequenos e médios empresários europeus e latinoamericanos aprovaram uma moção de repúdio às declarações do candidato tucano que qualificou o bloco sulamericano como uma &#8220;farsa&#8221; e defendeu sua &#8220;flexibilização&#8221;. Em nota, eles defendem o Mercosul como o &#8220;mais importante acordo econômico e cultural da América Latina&#8221; e advertem para os riscos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Reunidos na Espanha, micros, pequenos e médios empresários europeus e  latinoamericanos aprovaram uma moção de repúdio às declarações do candidato  tucano que qualificou o bloco sulamericano como uma &#8220;farsa&#8221; e defendeu sua  &#8220;flexibilização&#8221;. Em nota, eles defendem o Mercosul como o &#8220;mais importante  acordo econômico e cultural da América Latina&#8221; e advertem para os riscos  decorrentes do enfraquecimento do processo de integração no atual quadro de  crise internacional.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A Cúpula Eurolatinoamericana de Microempresas e economia social, realizada de  3 a 6 de maio em Cáceres, Espanha, aprovou uma moção de repúdio às declarações  do candidato tucano à presidência do Brasil, José Serra, caracterizando o  Mercosul como uma “farsa” e defendendo a sua “flexibilização”. A nota aprovada  pelos empresários reunidos na Espanha defende o Mercosul como o “mais importante  acordo econômico e cultural da América Latina”. Além disso, adverte para os  riscos de, no atual quadro de crise internacional e com um enfraquecimento da  integração, as grandes corporações ampliarem seu poder em detrimento das  empresas latinoamericanas.</p>
<p>O encontro de Cáceres aprovou também a  criação da Eurolatim – Associação Eurolatinoamericana de Micros, Pequenas e  Médias Empresas que terá como objetivo buscar uma maior integração social e  econômico entre os povos da Europa e da América Latina. A íntegra da nota aprovada na reunião de cúpula é a seguinte:</p>
<p><strong>Nota de  Repúdio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">
<em>Os empresários latinoamericanos reunidos em Cárceres,  Espanha entre os dias 03 e 06 de Maio para a “CUMBRE EUROLATINOAMERICANA DE  MICROEMPRESAS Y ECONOMIA SOCIAL” que resultou na Fundação da EUROLATIM 98% –  Associação Eurolatinoamericana de Micros, Pequenas e Médias Empresas que tem  como objetivo principal buscar uma integração social e econômica entre os povos  alicerçadas nos princípios da sustentabilidade, repudiam fortemente as  manifestações do candidato a presidência da República do Brasil, Sr. José Serra,  que propõe substituir o Mercosul e as demais alianças regionais por tratados de  livre comércio.</p>
<p>Considerandos:</p>
<p>• O Mercosul é o mais importante  acordo econômico e cultural da America Latina.<br />
• No atual momento de crise o  Brasil sair do Mercosul é abrir espaço para que as grandes corporações  internacionais ampliem seus interesses em detrimentos das empresas  LatinoAmericana.</p>
<p>Esperamos que o candidato venha a público e esclareça  sua posição que só interessa àqueles que sempre produziram pobreza e  desigualdades em nosso continente.</p>
<p>Assinam esta nota:</p>
<p>ALAMPYME –  Associalção Latino Americana de MIPYMEs</p>
<p>ALAMPYME – Capítulo  México</p>
<p>AMPYME – Asemblea de Pequenã e Mediana Empresas de  Argentina.</p>
<p>ANMYPE – Asociación Nacional De Micro Y Pequeñas Empresas de  Uruguay</p>
<p>CAMARA DE LA PEQUEÑA INDUSTRIA DEL GUAYAS de  Equador.</p>
<p>CONFAGAN — Cofederación Nacional de Agricultores y Ganaderos de  Venezuela.</p>
<p>CONUPIA – Confederación Nacional Unida de La Pequeña y Micro  Empresas do Chile.</p>
<p>FEBOPI – Federación Boliviana de La Pequeña  Industria</p>
<p>FEPAMI – Federación Paraguaya de Micro Empresários</p>
<p>UPTA  — Unión de Profesionales Trabajadores Aut ónomos de Espanha</p>
<p>Fundación  para La Internacionalización do Soft Livre de  Espanha</em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que Serra não gosta da SAE?</title>
		<link>http://delubio.com.br/blog/2010/05/por-que-serra-nao-gosta-da-sae/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 12:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
		<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Política no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2010]]></category>
		<category><![CDATA[José Serra]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Brasil 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Assuntos Estratégicos]]></category>

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		<description><![CDATA[Artur Araújo Serra, o candidato, aventurou-se em território exótico. Foi ser figurante de programa policial, o do Datena. Em ambiente muito distinto dos que costuma frequentar o alto tucanato, decidiu jogar o jogo. E era um tal de engaiola p’ra cá, malditos p’ra lá, que a empolgação o levou à derrapagem: sacou, à queima-roupa, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Artur Araújo</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Serra, o candidato, aventurou-se em território exótico. Foi ser figurante de programa policial, o do Datena. Em ambiente muito distinto dos que costuma frequentar o alto tucanato, decidiu jogar o jogo. E era um tal de engaiola p’ra cá, malditos p’ra lá, que a empolgação o levou à derrapagem: sacou, à queima-roupa, um tal Ministério da Segurança.</p>
<p style="text-align: justify;">Surpreendido por essa crise de “inchaço da máquina”, súbita e distoante, seu entorno foi rápido no gatilho. Até editorial crítico Serra ganhou, publicado por jornal que o apóia, com o título de “Desafinado”. Era inaceitável, para seus pares, um discurso que, ainda que obviamente eleitoreiro, fazia ruído na campanha pelo “estado mínimo; esbelto, porém musculoso”.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamado às falas, o candidato perdeu o eixo. Improvisou um mercado de “breganha”, como se diz em Taubaté, e anunciou que, “para compensar”, eliminaria, entre outras, a Secretaria de Assuntos Estratégicos – a SAE -, caso inverta a onda e logre ser eleito.</p>
<p style="text-align: justify;">Para além da evidente irresponsabilidade de conduzir uma campanha para tentar ser presidente de um país, da importância e porte do Brasil, à base de um troca-troca de ocasião, há que se examinar as razões reais da escolha do alvo.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, um Serra “ex-ministro do Planejamento”, “homem de visão de futuro”, “economista, engenheiro e gestor científico” sempre foi o modelito cantado, em verso e prosa, pelos marqueteiros que se dedicam à montagem de sua imagem pública.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo ele, o planejador <em>par excellence</em>, querendo desmontar o principal instrumento de elaboração de estratégias para o Estado brasileiro? Estranho. Porém facilmente explicável.</p>
<p style="text-align: justify;">Recorra-se, por exemplo, à recente entrevista do Ministro Samuel Pinheiro Guimarães, titular da SAE. Ele narra a encomenda que lhe fez, em outubro de 2009, o presidente Lula: um projeto abrangente, articulado e factível para o Brasil aos duzentos anos de sua independência política. A Secretaria dedica-se, desde então, à elaboração e discussão pública, com toda a sociedade, do Plano Brasil 2022.</p>
<p style="text-align: justify;">Estão em circulação, neste momento, apenas as linhas mestras de formulação do Plano. E já bastam para eriçar as penas da “turma dos 30%”, aquela que gosta e quer um Brasil aos pedaços, em que só parte dos brasileiros e trechos do território nacional fazem parte do círculo dos incluídos. O que Lula pediu &#8211; e a SAE colocou em debate &#8211; é um projeto de Brasil includente e dinâmico, um Brasil que pode muito mais do que imagina ou deseja o pensamento de asas curtas dos tucanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quais são as questões estruturantes desse projeto? De início, aumentar significativamente a participação dos salários na renda nacional. Ou, traduzido para o tucanês, pisar no freio da orgia de ganhos financeiros sem risco, das sobretaxas de lucros, derivadas de oligopólios ou monopólios privados, e distribuir renda de forma mais justa. Em economês neoliberal, heresia.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra meta é trazer o Brasil de volta às suas taxas históricas de crescimento – 7% ao ano – e libertar-nos dos “vôos de galinha”, típicos do período 1995-2002, quando atingir um patamar de expansão anual do PIB da ordem de 3% era objeto de comemoração &#8211; e de início de pânico nas hostes do “inflacionismo”, pois não concebem um Brasil à altura de seus potenciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais idéias que alicerçam o Brasil 2022: erradicar o analfabetismo pleno e o funcional; eliminar a pobreza absoluta (pessoas com renda diária abaixo de US$ 2/dia, hoje 21% dos brasileiros); incorporar os beneficiários do Bolsa-Família ao setor produtivo; e reduzir a zero o déficit de seis milhões de moradias.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa entrevista, o ministro Samuel afirmou: “Durante muito tempo, segundo os estudos da OCDE, o Brasil foi um dos países que mais cresceram no mundo, até que entrou em estagnação. Portanto, não são metas irreais. Em determinados momentos de nossa história, nós crescemos de forma muito superior a 7%. Outros países crescem a esse nível. Não é fora da capacidade do povo brasileiro.”</p>
<p style="text-align: justify;">Já o douto Maílson da Nóbrega, apoiador explícito de Serra, faz coro com os que querem parar o Brasil. Em declaração à imprensa “[...] diz que esse ritmo de expansão é improvável num horizonte tão curto [sic; o horizonte é 2022] e, caso se confirme, pode gerar desequilíbros [...] Quem fez esse estudo estava no mundo da lua.”</p>
<p style="text-align: justify;">Para os brasileiros, que estão com os pés na Terra e os olhos no futuro, não é nada difícil entender porque Serra não gosta da SAE.</p>
<p>Artur Araújo, militante do PT-SP, é consultor especializado em gestão pública e empresarial e colaborador de várias publicações e sites</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Pesquisa CNT/Sensus: Lula tem avaliação ainda mais alta e Dilma em empate técnico com José Serra</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 14:33:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CNT/Sensus]]></category>
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		<category><![CDATA[Eleição Presidencial]]></category>
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		<description><![CDATA[Brasília, 1º/02/2010 AVALIAÇÃO DO GOVERNO A avaliação positiva do Governo Luiz Inácio Lula da Silva situa-se em 71,4% e a negativa, em 5,8%. Em novembro de 2009, a positiva situava-se em 70,0% e a negativa, em 6,2%. A aprovação do desempenho pessoal de Lula situa-se em 81,7% e a desaprovação em 13,9%. Em novembro de [...]]]></description>
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<div>
<p style="text-align: justify;">Brasília, 1º/02/2010</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AVALIAÇÃO DO GOVERNO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A avaliação positiva do Governo Luiz Inácio Lula da Silva situa-se em 71,4% e a negativa, em 5,8%. Em novembro de 2009, a positiva situava-se em 70,0% e a negativa, em 6,2%.<br />
A aprovação do desempenho pessoal de Lula situa-se em 81,7% e a desaprovação em 13,9%. Em novembro de 2009, a aprovação do desempenho pessoal de Lula situava-se em 78,9% e a desaprovação, em 14,6%.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
ELEIÇÕES 2010 – 1º TURNO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Pesquisa CNT Sensus quis saber em quem o eleitor brasileiro votaria (em votação espontânea) para Presidente da República em 2010: Lula, 18,7%; Dilma Rousseff, 9,5%; José Serra, 9,3%; Aécio Neves, 2,1%; Marina Silva, 1,6%; Ciro Gomes, 1,2%; outros, 1,9%; branco e nulo, 2,6%.</p>
<p style="text-align: justify;">Propusemos, também, duas listas (pesquisa estimulada), cujos resultados foram os seguintes:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #ff0000;">Primeira lista:</span></strong> José Serra, 33,2%; Dilma Rousseff, 27,8%; Ciro Gomes, 11,9%; Marina Silva, 6,8%; sem candidato, 20,4%. Em novembro de 2009, os índices eram, respectivamente, 31,8%, 21,7%, 17,5%, 5,9% e 23,2%</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ff0000;"><br />
<strong>Segunda lista:</strong></span> José Serra, 40,7%; Dilma Rousseff, 28,5%; Marina Silva, 9,5%; sem candidato, 21,4%. Os números em novembro de 2009 eram, respectivamente, 40,5%, 23,5%, 8,1% e 28,0%.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ELEIÇÕES 2010 – 2º TURNO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Pesquisa CNT Sensus fez simulação, também, para um eventual segundo turno para a Presidência da República:<br />
Primeira opção: José Serra, 44,0%; Dilma Rousseff; 37,1%; sem candidato, 19,0%. Em novembro de 2009 os números eram: 46,8%, 28,2% e 25,1%, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Segunda opção: José Serra, 47,6%; Ciro Gomes, 26,7%; sem candidato, 25,8%. Os números em novembro de 2009 eram: 44,1%, 27,2% e 28,7%, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Terceira opção: Dilma Rousseff, 43,3%; Ciro Gomes, 31,0%; sem candidato, 25,8%. Os números em novembro de 2009 eram: 31,5%, 35,1% e 33,5%, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LIMITE DE VOTO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Pesquisa CNT Sensus mediu, ainda, o limite de voto dos potenciais candidatos à Presidência da República:<br />
Para 17,9%, Dilma Rousseff é a única candidata em quem votariam; já para 38,5%, Dilma é uma candidata em quem poderiam votar; 28,4% disseram que não votariam de jeito nenhum e 9,4% não conhecem/não sabem quem é.<br />
Para 15,4% dos entrevistados, José Serra é o único candidato em quem votariam; para 45,4%, um candidato em quem poderiam votar; 29,7% não votariam de jeito nenhum e 4,1% não conhecem/não sabem quem é.<br />
Para 8,2%, Ciro Gomes é o único candidato em quem votariam; para 47,3%, um candidato em quem poderiam votar; 30,3% disseram que não votariam de jeito nenhum e 7,8% não conhecem/não sabem quem é.<br />
Para 6,9%, Marina Silva é a única candidata em quem votariam; para 23,4%, uma candidata em quem poderiam votar; 36,6% não votariam de jeito nenhum e 27,2% não conhecem/não sabem quem é.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />
NÍVEL DE INFORMAÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Pesquisa CNT/Sensus quis saber como o brasileiro vê o seu próprio nível de informação: 55,6% se consideram mais ou menos informados; 24,7% pouco informado e 19,2% muito informado. Em março de 1998, os índices eram, respectivamente, 56,0%, 30,0% e 13,0%.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SATISFAÇÃO COM O PAÍS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">48,0% dos entrevistados disseram que o seu nível de satisfação com o país, nos últimos seis meses, está aumentando; para 37,4%, continua igual e para 13,9%, está diminuindo. Em março de 1998, esses índices eram, respectivamente, 15,0%, 47,0% e 36,0%.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ORGULHO DE SER BRASILEIRO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O orgulho por ser brasileiro tem aumentado, nos último seis meses, para 52,8% dos entrevistados; para 38,5%, continua igual e para 7,8%, tem diminuído. Em setembro de 1998, os índices eram 26,0%, 59,0% e 12,0%, respectivamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ANO ELEITORAL</strong></p>
<p style="text-align: justify;">42,1% dos entrevistados pela Pesquisa CNT/Sensus disseram ter um interesse médio pelas eleições presidenciais deste ano; 31,3% disseram não ter interesse algum e 25,5%, que têm muito interesse. Em março de 2002, esses índices eram, respectivamente, 35,9%, 45,5% e 17,9%.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ESCOLHA DO PRESIDENTE</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Pesquisa CNT Sensus quis saber o que o eleitor leva mais em conta na hora de votar para presidente da República: 55,5% disseram que a própria opinião; 14,2%, a opinião de amigos e parentes; 13,8%, o que veem na televisão; 6,3%, a propaganda eleitoral gratuita; 3,9%, o que sai nos jornais; 2,5%, o que ouvem no rádio e 2,2%, a opinião do seu líder religioso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AVALIAÇÕES SETORIAIS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi pedido ao entrevistado que avaliasse, por meio de notas (de zero a dez), cinco setores de atuação do governo federal, com o seguinte resultado (média): escola pública, 6,5; transporte, 5,8; rede pública de saúde, 5,1; estradas, 5,1 e segurança pública, 4,9.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONFIANÇA NAS INSTITUIÇÕES</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quisemos saber ainda qual é o grau de confiança do brasileiro nas instituições: 69,8% disserem confiar sempre ou na maior parte das vezes nas Forças Armadas; 49,8%, na imprensa; 40,1%, no governo; 37,8%, na Justiça; 37,5, na Polícia; 36,0%, no Serviço Público; e no Congresso Nacional, 9,3%.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PENA DE MORTE</strong></p>
<p style="text-align: justify;">55,2% dos entrevistados disseram se contra a pena de morte e 41,2%, a favor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LEGALIZAÇÃO DO ABORTO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">73,5% são contra a legalização do aborto e 22,7%, a favor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CIGARRO E BEBIDA ALCOOLICA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">74,1% são contrários ao uso do cigarro ou de qualquer outro tipo de fumo e 67,4%, ao uso de bebidas alcoólicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROBLEMAS DO PAÍS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A violência e a criminalidade são o que mais incomodam 22,9% dos brasileiros, seguidos das drogas (21,2%), do desemprego (19,0%), da falta de oportunidades de trabalho (8,0%) e do sistema de saúde (6,7%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ECONOMIA/TRABALHO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">48,9% dos entrevistados pela Pesquisa CNT Sensus já pensaram em trabalhar por conta própria e 27,9% já trabalham dessa maneira. Dos que trabalham, 52,2% estão satisfeitos.<br />
Uma boa formação profissional é, para 50,0%, o mais importante para se conseguir um emprego; para 26,9%, o mais importante é ter estudo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>IMPOSTOS E SERVIÇOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os impostos, no Brasil são altos, para 86,8% e os serviços públicos prestados, se comparados com a carga tributária brasileira, para 81,3%, são ruins/regulares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>VIOLÊNCIA E CRIMINALIDADE </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para 40,6% dos entrevistados, a cidade onde moram é pouco ou nada violenta; enquanto 33,0% a consideram violenta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CORRUPÇÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">69,4% entendem que a corrupção está aumentando no Brasil; para 21,8%, a corrupção continua como sempre esteve. Em setembro de 1998, esses índices eram, respectivamente, 56,0% e 32,0%.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UNIFICAÇÃO DAS POLÍCIAS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">68,5% dos entrevistados são favoráveis à unificação das polícias militar e civil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LAZER</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Assistir TV é para 27,5% a principal fonte de lazer; para 12,2%, é viajar; para 7,9%, jogar futebol; para 7,1%, ouvir música; para 6,9%, ir à praia, e para 6,4%, dançar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ASSOCIATIVISMO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Pesquisa CNT Sensus quis saber se o brasileiro é ligado a algum tipo de associação (sindicato, partido político, ONG etc.): 82,5% responderam que não.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>INTERNET</strong><br />
24,2% dos entrevistados têm computador e fazem uso da internet em casa e 14,3% em casa e no trabalho.<br />
28,6% responderam, também, que pretendem adquirir um computador nos próximos 12 meses.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com relação às intenções de voto para as eleições presidenciais, a ministra Dilma Roussef apresenta crescimento em todos os cenários, aparecendo em primeiro lugar pela primeira vez na pesquisa espontânea.</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira lista estimulada para o primeiro turno a pré-candidata do PT cresce 6,1% em relação à pesquisa de novembro de 2009; e 5% na segunda lista.</p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados demonstram que o nome de Dilma Roussef vem crescendo na disputa e consolida-se como candidata competitiva.</p>
<p style="text-align: justify;">A popularidade do presidente Lula e seu governo continua em alta, o que pode ser explicado, mais uma vez, como conseqüência dos bons números da economia, os resultados positivos das políticas sociais do governo e o alto índice de emprego.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Fonte: CNT\SENSUS </strong></em></p>
</div>
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