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	<title>Delubio Soares</title>
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		<title>O Brasil derrotou o desemprego</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 17:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo Semanal]]></category>
		<category><![CDATA[principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Delúbio Soares (*) Uma das piores chagas na vida das nações, fator de desagregação social, que leva os trabalhadores e suas famílias à situação de imensas dificuldades de sobrevivências, não consta mais entre nossas preocupações: o Brasil derrotou o desemprego. Em décadas recentes, antes da chegada ao poder do presidente Lula, do PT e seus [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Delúbio Soares (*)</em></strong></p>
<p><strong>Uma das piores chagas na vida das nações, fator de desagregação social, que leva os trabalhadores e suas famílias à situação de imensas dificuldades de sobrevivências, não consta mais entre nossas preocupações: o Brasil derrotou o desemprego.</strong></p>
<p><strong>Em décadas recentes, antes da chegada ao poder do presidente Lula, do PT e seus partidos aliados, o desemprego custou caro ao trabalhador brasileiro. Ele foi o responsável por algumas da piores páginas em nossa história recente, quando a indústria, o comércio e o setor de serviços experimentaram o desaquecimento da economia, o Brasil suportou a duras penas a  inflação galopante, e todos sofremos com o descaso dos governos neoliberais do PSDB para com a questão social e o futuro do país e seu povo. Tristes tempos!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/desemprego_4.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5395" title="desemprego_4" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/desemprego_4.jpg" alt="" width="511" height="341" /></a></p>
<p><strong>Em 2011, o pleno emprego viveu o seu melhor momento em nove anos, notadamente nas metrópoles (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Fortaleza e Belém do Pará, além de toda a região industrial do ABCD paulista), com as mais altas taxas de emprego desde 2002, segundo dados oficiais do IBGE. O Brasil produtivo acolheu a mão-de-obra disponível e a utiliza numa economia crescente, onde a indústria opera a pleno vapor e o comércio vive dias de efervescência, alimentando uma cadeia produtiva que tem dado mostras inequívocas de vitalidade e força.</strong></p>
<p><strong>O desemprego cedeu de uma média anual de 6,7% (índice de 2010) para decrescentes 6% em 2011, situando-nos em posição intermediária entre os demais países. Obtivemos índices muito melhores do que os desenvolvidos e equivalentes a  latino-americanos e emergentes, excetuando-se a poderosíssima China e o México, de acordo com projeções do Fundo Monetário Internacional, o FMI. Para quem se acostumou a frequentar a crônica dos desacertos e a escutar o permanente alarme internacional nos anos do tucanato, isso é uma sinfonia aos ouvidos de um Brasil que cresce e já se firmou diante dos olhos do mundo.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/desemprego_2.jpg" ><img class="size-full wp-image-5393 alignleft" title="desemprego_2" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/desemprego_2.jpg" alt="" width="268" height="188" /></a></p>
<p><strong>Em dezembro de 2011, apenas 4,7% era a modesta taxa de desemprego no país, enquanto países ricos como os Estados Unidos (9,1%), França (9,5%), Itália (8,2%), Rússia (7,3%), sem falar de nossos irmãos da Espanha que enfrentam a lastimável taxa de 20,7%  naquela que tende a ser a pior crise de sua história social e econômica, foram flagelados por esse grave problema .</strong></p>
<p><strong>O presidente Lula, diante da crise mundial de 2008, quando até os Estados Unidos experimentaram o amargor de uma economia em colapso, anteviu que as consequências para o Brasil e os brasileiros seriam mínimas, quase que imperceptíveis: “Será uma marolinha para nós”. Não lhe faltaram as mais ácidas críticas, todas elas desmentidas pela realidade dos fatos, pelo sucesso econômico dos dois governos do grande Estadista e do governo da presidenta Dilma Rousseff, que mantém inalterado o compromisso com o desenvolvimento econômico lastreado na justiça social e na emancipação política do povo brasileiro.</strong></p>
<p><strong>Se em 2008, diante do forte impacto causado pelo estouro da bolha imobiliária norte-americana, da quebra e da forçada fusão de alguns dos maiores e mais tradicionais bancos, financeiras e seguradoras de um mercado que foi à lona, o Brasil não tivesse sob o comando clarividente de um líder da grandeza e da competência de Lula, hoje – quando já somos a sexta economia mundial, tendo ultrapassado a secular e sólida Grã-Bretanha – estaríamos engrossando a lista das nações convulsionadas, com índices de desemprego monumentais e sociedades vivendo a tragédia da depressão econômico-social. Basta ver as receitas estapafúrdias (socialmente preconceituosas e tecnicamente desastrosas) que nossos adversários, notadamente do PSDB, apresentaram, auxiliados pelos clarins do apocalipse de certa imprensa econômica que (sem conseguir disfarçar sentimentos menores) não consegue conviver com o sucesso de seu país apenas pelo fato dele ser obra dos governos petistas de Lula e Dilma!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/desemprego_1.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5392" title="desemprego_1" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/desemprego_1.jpg" alt="" width="280" height="196" /></a></p>
<p><strong>O pleno emprego foi conseguido com um governo comprometido com o crescimento econômico através do fortalecimento da indústria nacional, decidido apoiador de nossos empreendedores, antenado nas necessidades de nossa população e defensor do invejável lugar que o Brasil buscou e conseguiu no cenário econômico internacional.</strong></p>
<p><strong>Somente com a continuidade das políticas implementadas ao longo dessa década de administração responsável e consciente, onde um claro projeto de país contemplou a inadiável ascenção de 40 milhões de brasileiros à classe média, retirando-os de terrível pobreza e resgantando-lhes a cidadania, o Brasil permanecerá ao lado das nações que estão escrevendo a história do mundo no século 21.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/desemprego_3.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5394" title="desemprego_3" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/desemprego_3.jpg" alt="" width="490" height="280" /></a><strong></strong></p>
<p><strong>Esse é o compromisso do PT e de seus aliados: pleno emprego, economia fortalecidade e pujante, cidadania e justiça social.</strong></p>
<p><strong>(*) Delúbio Soares é professor</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.delubio.com.br/" >www.delubio.com.br</a></strong></p>
<p><strong><a target="_blank" href="http://www.twitter.com/delubiosoares" >www.twitter.com/delubiosoares</a></strong></p>
<p><strong><a target="_blank" href="http://www.facebook.com/delubiosoares" >www.facebook.com/delubiosoares</a></strong></p>
<p><strong><a href="mailto:companheirodelubio@gmail.com">companheirodelubio@gmail.com</a></strong></p>
<ul>
<li class="campo-link"><label for="input-link-ferramentas">Link</label><br />
<input id="input-link-ferramentas" type="text" value="http://migre.me/7XBPE" /></li>
</ul>
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		<title>PT, 32 anos de história e luta</title>
		<link>http://delubio.com.br/blog/2012/02/pt-32-anos-de-historia-e-luta/</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 15:37:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo Semanal]]></category>
		<category><![CDATA[principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Delúbio Soares (*) &#160; Comemoro os trinta e dois anos de fundação do Partido dos Trabalhadores com um sentimento inigualável: sabendo que muito tempo faz, mas como se tivesse sido ontem. Valeu a pena! &#160; Ainda estão vivas na memória as imagens daqueles anos difíceis e desafiadores, onde éramos apenas fé e pura teimosia. Já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><strong><em><span style="font-family: Calibri;">Delúbio Soares (*)</span></em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri;">Comemoro os trinta e dois anos de fundação do Partido dos Trabalhadores com um sentimento inigualável: sabendo que muito tempo faz, mas como se tivesse sido ontem. Valeu a pena!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri;">Ainda estão vivas na memória as imagens daqueles anos difíceis e desafiadores, onde éramos apenas fé e pura teimosia. Já cheguei a dizer que nós &#8211; os que fundamos o maior partido da história do Brasil &#8211; éramos alvo da descrença de uns, da zombaria de outros. Contamos nos dedos de uma das mãos os companheiros de então. Nos da outra, os votos conquistados no início da jornada que nos levaria ao Palácio do Planalto em 2002. </span></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/lula_79.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5378" title="lula_79" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/lula_79.jpg" alt="" width="350" height="273" /></a></p>
<p><span style="font-family: Calibri;">Éramos militantes de todas as regiões do país, dos mais diferentes extratos sociais, cheios de esperança e de disposição de luta. Vínhamos da luta pela Anistia Ampla, Geral e Irrestrita, que se espalhou por todo o Brasil e forçou a abertura do regime. Mesmo tendo sido uma anistia menos generosa do que aquela que propugnávamos, ela possibilitou a abertura das prisões e a volta ao nosso convívio dos que ainda padeciam nas masmorras do regime ditatorial, dos que purgavam a tristeza do largo exílio e as saudades da pátria. Começávamos a escrever a história da redemocratização e de um Brasil definitivamente comprometido com a liberdade e os direitos humanos.</span></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/lula_fundacao_pt_ae.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5379" title="lula_fundacao_pt_ae" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/lula_fundacao_pt_ae.jpg" alt="" width="504" height="378" /></a></p>
<p><span style="font-family: Calibri;">Sob a liderança firme e clarividente de Luiz Inácio Lula da Silva, saído das greves que paralisaram o ABC, o levaram à prisão, mas apressaram o fim da ditadura militar, o novo partido congregava líderes sindicais como Olívio Dutra e Jacó Bittar, que representavam o novo sindicalismo que surgia, combativo e sem pelegagem; intelectuais consagrados do porte dos geniais Paulo Freire, Antônio Cândido, Mário Pedrosa, Sérgio Buarque de Hollanda, Florestan Fernandes, dentre outros, que impregnaram na doutrina petista um inarredável compromisso com o Brasil profundo e seu povo extraordinário; os artistas se faziam representar pela figura inesquecível de minha amiga Lélia Abramo, que colocou na criação de nosso partido o mesmo talento que iluminou os palcos e as telas por toda sua longa vida; a figura majestosa de Apolônio de Carvalho, herói da guerra civil espanhola e lutador pela liberdade; líderes dos movimentos contra a carestia; lideranças e militantes das Comunidades Eclesiais de Base; sindicalistas do Movimento pela Educação e lideranças do Movimento pela Reforma Agrária, embrião do Movimento dos Sem Terra, o MST, jogando um facho de luz sobre a delicada e inadiável questão fundiária; eram ex-presos políticos, ex-exilados, lutadores sociais de grande valor pessoal, muitos deles hoje ministros do governo da presidenta Dilma Rousseff e que, também, serviram ao governo do presidente Lula.</span></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/0210g.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5380" title="0210g" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/0210g.jpg" alt="" width="304" height="214" /></a></p>
<p><span style="font-family: Calibri;">Recordo das primeiras campanhas eleitorais, quando elegemos poucos deputados federais e estaduais, nenhum senador, nenhum governador, poucos prefeitos, mas vários vereadores. Chegávamos às cidades do interior do país e falávamos para poucas pessoas, do alto de caixotes ou empunhando megafones sem grande potência. Da meia-dúzia que nos dava atenção, oferecia um cafezinho ou abria a janela e o sorriso, vinha a certeza férrea de que a jornada seria longa, mas a missão valeria a pena. Recolhemos da generosidade de nosso povo mais simples e mais sofrido as forças que nos levaram até a vitória em 2002, com a eleição de Lula para a presidência da República.</span></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/lula1980.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5381" title="lula1980" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/lula1980.jpg" alt="" width="346" height="236" /></a></p>
<p><span style="font-family: Calibri;">Nas estradas poeirentas do sertão goiano, discursando em vilas e distritos perdidos em nossa vasta geografia continental, saboreava o sentimento estranho de estar levando uma palavra de esperança e solidariedade aquelas irmãs e irmãos esquecidos pelos poderes públicos e pelo opulento Brasil oficial e, ao mesmo tempo, ser olhado, junto com os companheiros petistas que me acompanhavam nas campanhas de 82, 86, 88, 89, 90, 92, 94, 96 e 98, como uma espécie de extra-terrestre, que falava verdades, mas também falava de um Brasil justo, rico, fraterno e democrático, que não podia existir para quem só conhecia um país que se traduzia em doenças, fome, analfabetismo, poeira no verão, barro no inverno e a desgraça do latifúndio improdutivo e da exploração brutal, sem horizontes de vida e sem amanhã para suas famílias.</span></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/lulamarisa2.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5382" title="lulamarisa2" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/lulamarisa2.jpg" alt="" width="426" height="231" /></a></p>
<p><span style="font-family: Calibri;">Com o tempo e a nossa renitente decisão de continuar, mais lares nos acolhiam, mais janelas se abriam em acenos e sorrisos permeavam a passagem de nossas pretensiosas “carreatas” (meia dúzia de carros “sambados”, semi-destruídos pelas estradas de terra do interiorzão!) e mais companheiros se somavam. A cada nova eleição mais votos, nunca menos. Um prefeito aqui, outro ali, vitórias surpreendentes e um fato que se tornaria marca registrada de nossos militantes: onde o PT vencia uma eleição municipal o apoio popular à administração era sempre imenso, mercê do sucesso de nossas administrações, do “<em>modo petista de governar</em>”, do surgimento de um partido que – ao contrário dos outros – “subiu ao povo” e dele recolheu suas orientações e necessidades para formular suas políticas de governo.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri;">Recordo-me de outro fato, muito interessante, que se dava tanto em Goiás como e em todas as outras regiões do país onde Lula visitava Municípios, vilas ou distritos: nossos adversários, homens ligados ao regime, da extinta Arena, do PDS, não se seguravam e arrumavam um jeito de vir até nós e cumprimentá-lo, não escondendo o respeito pelo adversário, o afeto pelo líder que eles combatiam, mas secretamente admiravam. Era outro dos signos que me davam a certeza de que estávamos no caminho certo e que Lula subiria a rampa do Planalto e entraria para a história como o grande presidente que, realmente, seria.</span></p>
<p style="text-align: center;"> <a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Dilma-recebe-a-faixa.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5383" title="Dilma-recebe-a-faixa" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/Dilma-recebe-a-faixa.jpg" alt="" width="504" height="360" /></a></p>
<p><span style="font-family: Calibri;">A trajetória do PT é uma história bonita que se confunde com o enfrentamento da ditadura pelas forças progressistas e a redemocratização do país. A importantíssima reconquista da democracia e sua consolidação, no maior período de estabilidade institucional em nossa história, de 1985 até os dias de hoje, tem a marca e o esforço do partido. Mas também somos o partido da administração pública modernizada, atenta às demandas da população e da melhoria em suas condições de vida. Somos o partido que, em uma década de governo, levou 40 milhões de brasileiros à classe média, tirando-os da miséria e resgatando-lhes a cidadania ultrajada. Somos o partido que mudou a face do Brasil, recuperou sua credibilidade internacional, reorganizou sua economia (hoje a sexta do planeta!) e lançou e consolidou as bases do país forte, competitivo e vitorioso do século 21!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri;">Como fundador e militante, tenho imenso orgulho de ter participado da criação de um partido para o Brasil e os brasileiros, para o presente e o futuro.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-family: Calibri;">Viva o PT! Viva a militância petista!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
<li class="campo-link"><label for="input-link-ferramentas">Link</label><br />
<input id="input-link-ferramentas" type="text" value="http://migre.me/7SdAW" /></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em><span style="font-family: Calibri;">(*) Delúbio Soares é professor</span></em></strong></p>
<p><a href="http://www.delubio.com.br/" ><span style="color: #0000ff; font-family: Calibri;">www.delubio.com.br</span></a></p>
<p><a target="_blank" href="http://www.twitter.com/delubiosoares" ><span style="color: #0000ff; font-family: Calibri;">www.twitter.com/delubiosoares</span></a></p>
<p><a target="_blank" href="http://www.facebook.com/delubiosoares" ><span style="color: #0000ff; font-family: Calibri;">www.facebook.com/delubiosoares</span></a></p>
<p><a href="mailto:companheirodelubio@gmail.com"><span style="color: #0000ff; font-family: Calibri;">companheirodelubio@gmail.com</span></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que os professores estão em greve em Goiás?</title>
		<link>http://delubio.com.br/blog/2012/02/por-que-os-professores-estao-em-greve-em-goias/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 17:08:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[principal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://delubio.com.br/blog/?p=5366</guid>
		<description><![CDATA[Marcus Vinicius, especial para o site. Achatamento de salários, cortes de gratificações, desestímulo à formação e qualificação. Privatizações. Desestatização de serviços públicos. Xingamentos e calúnias contra professores e servidores em fakes e perfis da internet. Estes são alguns dos motivos da decepção dos mestres com o atual governo de Goiás. Durante a campanha eleitoral de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Marcus Vinicius</strong>, especial para o site.</p>
<p>Achatamento de salários, cortes de gratificações, desestímulo à formação e qualificação. Privatizações. Desestatização de serviços públicos. Xingamentos e calúnias contra professores e servidores em fakes e perfis da internet. Estes são alguns dos motivos da decepção dos mestres com o atual governo de Goiás.</p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/6817758989_b35e8341af_b.jpg" ><img class="aligncenter size-medium wp-image-5369" title="6817758989_b35e8341af_b" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/6817758989_b35e8341af_b-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<div>Durante a campanha eleitoral de 2010, o então candidato ao governo, Marconi Perillo (PSDB), teve apoio expressivo de professores e trabalhadores em Educação. Panfleto de campanha trazia assinatura do candidato com duas promessas:</div>
<div>1 – Piso salarial do professor logo no início do governo</div>
<div>2 – Implementar o plano de cargo e salários dos servidores.</div>
<div>Qual foi a surpresa da categoria, cuja ampla maioria trabalhou e votou no candidato, quando projeto de autoria do governador foi encaminhado à Assembléia Legislativa de Goiás retirando estes e outros direitos de professores e trabalhadores em Educação.</div>
<div>O novo Plano de Carreira reduziu salários, achatou gratificações e desestimulou a formação continuada dos professores.<br />
À frente do movimento o Sintego (Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Goiás) adverte, em panfletos e no seu site (<a href="http://www.sintego.org.br/"  target="_blank">www.sintego.org.br</a>) para o retrocesso implementado pelo atual governo:</div>
<div>1 –Redução salarial;</div>
<div>
<p>“Caso o Plano de Carreira anteior fosse mantido o professor nível PE-III (com licenciatura) letra “a”, e com gratificação por titularidade de 30% estaria recebendo R$ 2.877,21. Com o plano atual terá reajuste de apenas 1,7% e vai receber R$ 2.016,00, ou seja um prejuízo de R$ 861,00 no contracheque”.</p>
<p>2 – Perda de gratificação:<br />
O Sintego revindica reposição de perdas mais gratificação. Segundo o sindicato, “o professor perdeu gratificação, afinal deveria Ter tido um reajuste de 45,13% e mais gratificação, com a incorporação do vencimento, não só o reajuste caiu para irrisórios 1,7% como a gratificação sumiu”.</p>
<p>3 – Desestímulo à qualificação<br />
“O novo plano desestimula o professor a continuar estudando, uma vez que não terá mais incentivo salarial pelos cursos de especialização que vier a fazer: a gratificação por Mestrado e Doutorado caiu, respectivamente, de 40% e 50% para apenas 10% e 20%. Os professores que ainda não tinham esta gratificação não terão mais nenhum incentivo para se capacitarem”.</p>
<p>Em resumo o governo demo-tucano de Goiás achatou salários dos professores, desestimulou a formação continuada dos mestres, descumpriu promessas de campanha de valorização dos profissionais e relega a Educação de Goiás um  papel subalterno na política de desenvolvimento do Estado.</p>
<p>Noutro viés o governo avança na desestatização na Saúde, saneamento, Detran, Meio Ambiente e Energia, através da tercerização da gestão de hospitais públicos e de serviços prestados no Detran, Saneago (empresa de saneamento de Goiás), privatização dos Parques e Reservas ambientais do Estado, privatização da Iquego (laboratório estatal ao estilo Fio Cruz e Manguinhos) e a venda da Celg (Companhia Energética de Goiás) para a Eletrobrás.</p>
</div>
<div>
<div id="attachment_1043">
<p>Estudante de Anápolis cobra secretário por melhorias no ensino</p>
</div>
</div>
<div>O cerco midiático feito por capatazes do governo na imprensa não permite a divulgação das reivindicações dos professores, que encontraram nas redes sociais a maneira de promover o debate com a sociedade. Formou-se no Facebook e Twitter, uma ampla rede de solidariedade com estudantes organizados via UMES (União Municipal dos Estudantes) e UBES (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas) ou manifestações expontâneas como do estudante Vitor Moura (foto) de Anápolis, que manifestou sua indignação na página do secretário estadual de Educação, Thiago Peixoto (PSD) ou da estudante Amanda Godoi, de Aparecida de Goiânia, cujas críticas feitas no face do governador Marconi Perillo (PSDB) renderam cerca de 8 mil mensagens de apoio, demonstrando que a sociedade está indignada com o tratamento dado  à Educação pelo governo atual.Mas se de um lado a cruzada cibernética tem mobilizado estudantes, professores, pais e alunos, agentes do governo e militantes dos partidos da base demo-tucana tem usado a rede para bombardear os professores. Longe de fazer um debate de alto nível o caminho escolhido tem sido o do xingatório, calúnia e difamação contra o Sintego, seus dirigentes, professores e servidores públicos em geral. No twiiter e no Facebook os professores contra-atacam, repudiando os ataques e reunindo informações da mobilização dos docentes através do Grupo Mobilizaçao dos Professores.</div>
<div>
<div id="attachment_1044">
<p>Estudante Amanda Godoi, de Aparecida de Goiânia diz quer governador não investe na Educação.</p>
</div>
</div>
<div>
<p>Desde sua eleição em 1998 Marconi Perillo e seu grupo político tiveram no servidor público um dos principais sustentáculos na campanha que o elegeu pela primeira vez e naquelas, que o levaram de volta ao governo em 2002 e em 2010. Um ano e dois meses depois da posse de seu terceiro mandato, os servidores são o alvo. Marconi vira as costas ao público que o elegeu ao deixar clara sua opção por fazer um governo neoliberal, com preferência escancarada pelo Estado Mínimo: desestatização, achatamento de salários, redução do número de servidores e de serviços públicos.</p>
<p>O governo, que acusa o Sintego de fazer “greve política” (como se greve pudesse ser exotérica, filosófica ou filantrópica),erra mais uma vez ao preferir o confronto ao diálogo. Como registrou a jornalista Fabiana Pucinelli, em artigo no seu blog no Jornal O Popular, o governo também fez política na Educação ao cooptar com o cargo de Secretário de Educação o deputado federal eleito pelo PMDB, Thiago Peixoto.</p>
<p>Entre fatos e boatos, o governo desconhece a real capacidade de mobilização de professores e servidores públicos em geral. O Sintego que nasceu CPG (Centro dos Professores de Goiás) sobreviveu aos extertores da ditadura militar no final dos anos 1970 e 1980, enfrentando bombas de gás, cães, tropa de choque. É certo que há filhotes da ditadura no governo de Marconi Perillo, aliás, são os mesmos que, na assessoria do governador peemedebista Maguito Vilela (1995-1998) trataram a greve da PM-GO de 1997 como sublevação e fomentaram notinhas em colunas políticas de que para o governador Maguito, “dar aumento para PM era jogar sal em carne podre”.</p>
</div>
<div>
<p>Independente do desfecho da greve, um objetivo já foi conquistado pelos professores: tornar público o descaso com que a administração demo-tucana trata a Educação  e os servidores públicos em Goiás.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mais informações sobre Goiás: </strong><a href="http://www.marcusvinicius.blog.br/" title="Marcus Vinicius"  target="_blank">http://www.marcusvinicius.blog.br/</a></p>
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		<title>SAÚDE, PRIORIDADE DO GOVERNO DILMA  </title>
		<link>http://delubio.com.br/blog/2012/02/saude-prioridade-do-governo-dilma-%c2%a0/</link>
		<comments>http://delubio.com.br/blog/2012/02/saude-prioridade-do-governo-dilma-%c2%a0/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 22:59:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo Semanal]]></category>
		<category><![CDATA[principal]]></category>

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		<description><![CDATA[ Delúbio Soares (*) Não faz muito, foi nos anos 90, flagelos que pareciam distantes de nossa realidade reapareceram com força no panorama da saúde pública brasileira. A tuberculose, a hanseníase, a meningite, epidemias as mais variadas, invadiram lares e opulentaram tristes estatísticas, comprovando a falência do modelo adotado naqueles anos de desbragado neoliberalismo. E os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em> Delúbio Soares (*)</em></strong></p>
<p><strong>Não faz muito, foi nos anos 90, flagelos que pareciam distantes de nossa realidade reapareceram com força no panorama da saúde pública brasileira. A tuberculose, a hanseníase, a meningite, epidemias as mais variadas, invadiram lares e opulentaram tristes estatísticas, comprovando a falência do modelo adotado naqueles anos de desbragado neoliberalismo. E os prejuízos causados são os piores, pois são sentidos diretamente na vida da população mais carente, dos que mais precisam e menos possuem.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/padilhadilma.jpg" ><img class="size-full wp-image-5360 alignright" title="padilha:dilma" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/padilhadilma.jpg" alt="" width="320" height="213" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Tapar o sol com a peneira ou é cinismo ou autismo. Achar que a saúde pública vive o melhor dos seus momentos, idem. Mas não há como se negar a melhoria considerável nos serviços de saúde e os esforços continuados que o governo federal tem empreendido na área desde 2003, quando o presidente Lula e sua equipe encontraram um setor que serviu de vitrine eleitoral, mas não servia para o atendimento ao cidadão que precisava de atenção médico-hospitalar.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>E existe uma verdade absoluta: com um país em crescimento permanente, com população que aumenta a cada dia, os serviços de saúde serão cada vez mais e mais requisitados, em volume impressionante, com custos estratosféricos e demandando investimentos contínuos na manutenção, melhora e ampliação de toda a rede existente e na construção de novos postos de saúde e hospitais regionais e de referência Brasil afora. E ao governo federal cabe fazer frente a tamanho desafio.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Desde que Osvaldo Cruz, nomeado pelo presidente Rodrigues Alves em 1903, enfrentou as epidemias de febre amarela e varíola, já se sabe que a saúde pública é um tema polêmico e contraditório. Aquele brilhante cientista, um dos maiores brasileiros de todos os tempos, chegou a ser considerado um “inimigo público”, enfrentou uma saraivada de discursos contra o seu trabalho e foi obrigado a comandar pessoalmente a invasão de casas e estabelecimentos comerciais que se recusavam a colaborar com a limpeza e a imunização necessárias. Ao final, venceu a parada, salvou milhares de vidas e entrou para a história como um de nossos grandes homens.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Muito se fez pela saúde nos dois mandatos do presidente Lula. Não só se recuperou o tempo perdido como se avançou na consolidação de um modelo exeqüível de atenção a todos os cidadãos que precisem do sistema de saúde pública. A humanização dos serviços prestados foi perseguida com afinco através de ações pontuais que o governo Dilma vem aprimorando. Pois somente governos com compromissos populares sabem da importância do sistema de saúde pública, do que representa para o homem e a mulher do povo e suas famílias um atendimento médico-hospitalar decente.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/11907794.jpeg" ><img class="size-full wp-image-5359 alignleft" title="11907794" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/11907794.jpeg" alt="" width="372" height="253" /></a></p>
<p><strong>Há dois programas em andamento na área da saúde, dentre os vários que mudaram a face do importante e difícil setor, que merecem nossa atenção e comentário. São a demonstração cabal do compromisso dos governos do PT, com Lula e agora com Dilma, com ampla visão social e profundo comprometimento com a melhoria da saúde pública em nosso país.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O “<em>Melhor em Casa</em>”, lançado em novembro de 2011 pela presidenta Dilma Rousseff, que amplia o atendimento domiciliar aos pacientes do SUS, garantindo um serviço mais humanizado e acolhedor, longe do hospital, mas perto dos médicos, dos enfermeiros e de todos os equipamentos e medicação necessária. Milhões de brasileiros já estarão sendo alcançados até o final de 2012 com estritos padrões de serviços e atendimento internacional. Há programas como esse em andamento nos países desenvolvidos do norte europeu, no Canadá e em várias regiões dos Estados Unidos. É óbvio que os pregoeiros do caos e a oposição impenitente e derrotada não tem o menor interesse em que se divulgue esse imenso avanço qualitativo no sistema público de saúde&#8230;</strong></p>
<p><strong>Com o “<em>Saúde Toda Hora</em>”, O governo federal, juntamente com estados, municípios e gestores hospitalares, promoverá o enfrentamento das principais necessidades desses hospitais, melhorará a gestão, qualificará e ampliará o acesso aos usuários em situações de urgência, além de reduzir o tempo de espera, e garantir atendimento ágil, humanizado e com acolhimento. A ação tem início em 11 hospitais de grande porte, que são referências regionais e têm grande demanda diária. O S.O.S Emergências funcionará articulado com os demais serviços de urgência e emergência que compõem a Rede “<em>Saúde Toda Hora</em>”, coordenada pelo Ministério da Saúde e executada pelos gestores estaduais e municipais. As unidades hospitalares deverão estar articuladas com o SAMU 192, UPAS 24 horas, Salas de Estabilização, serviços da Atenção Básica e Melhor em Casa. A Rede Saúde Toda Hora vai investir, até 2014, R$ 18,8 bilhões nesses serviços.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/lula_padilha.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5362" title="lula_padilha" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/lula_padilha.jpg" alt="" width="500" height="346" /></a></p>
<p><strong>Existe um compromisso claro do governo petista com a saúde, a educação e a melhoria crescente nas condições de vida de nosso povo. Isso ficou claro quando a presidenta Dilma escolheu um dos mais jovens, porém mais experientes quadros dirigentes da área de saúde pública, o companheiro Alexandre Padilha, para dirigir o Ministério da Saúde. Trata-se de um médico humanista e grande conhecedor de nosso país, de suas carências e de suas potencialidades, e já está fazendo um excelente trabalho no verdadeiro desafio que lhe foi entregue em mãos.</strong></p>
<p><strong>Os governos petistas têm um compromisso inequívoco com a saúde de nosso povo. E, com competência e trabalho, tem dado conta do recado.</strong></p>
<p><strong><em>(*) Delúbio Soares é professor</em></strong></p>
<div>
<p><strong><a href="http://www.delubio.com.br/" >www.delubio.com.br</a></strong></p>
<p><strong><a target="_blank" href="http://www.twitter.com/delubiosoares" >www.twitter.com/delubiosoares</a></strong></p>
<p><strong><a target="_blank" href="http://www.facebook.com/delubiosoares" >www.facebook.com/delubiosoares</a></strong></p>
<p><strong><a href="mailto:companheirodelubio@gmail.com">companheirodelubio@gmail.com</a></strong></p>
<p><strong><em><br />
</em></strong></p>
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		<title>NO BRASIL DE DILMA, A FORÇA DAS MULHERES</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 21:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo Semanal]]></category>
		<category><![CDATA[principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Delúbio Soares (*) Não somente as pesquisas atestam a aprovação recorde da presidenta Dilma Rousseff. É a voz do povo, reverberada nas ruas e nas praças pelo Brasil afora, que ecoa pelos quatro cantos de nosso território continental o apoio e o contentamento da esmagadora maioria dos brasileiros para com a gestão austera da mandatária [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Delúbio Soares (*)</em></strong></p>
<p><strong>Não somente as pesquisas atestam a aprovação recorde da presidenta Dilma Rousseff. É a voz do povo, reverberada nas ruas e nas praças pelo Brasil afora, que ecoa pelos quatro cantos de nosso território continental o apoio e o contentamento da esmagadora maioria dos brasileiros para com a gestão austera da mandatária petista.</strong></p>
<p><strong>A população está reconhecendo tanto os méritos de Dilma quanto os esforços de seu governo em fazer mais e melhor em todas as áreas: saúde, educação, infra-estrutura, segurança pública, habitação, geração de empregos, agricultura e crescimento econômico.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/dilma_mulheres_01.jpg" ><img class="size-medium wp-image-5333 alignright" title="So Paulo - SP" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/dilma_mulheres_01-300x199.jpg" alt="" width="240" height="159" /></a></p>
<p><strong>Dilma, percorrendo com segurança e firmeza os caminhos abertos por Lula, está ampliando conquistas e conquistando mais espaços, e por isso o impressionante apoio popular expresso em pesquisa do Datafolha, publicada no último dia 22 de janeiro pela Folha de S. Paulo. Exatos 59% dos brasileiros consideram a gestão da presidenta petista ótima ou boa, além de manterem excelente expectativa em relação à economia e aprovarem sua condução atual.</strong></p>
<p><strong>Em resumo: os brasileiros avaliam bem o governo Dilma, apóiam sua presidenta e nutrem as melhores esperanças quanto ao futuro do país. Além dos 46% de brasileiros que acham que a economia vai melhorar ainda mais, 60% crêem que sua própria situação financeira será ainda melhor. Há uma sensação de otimismo, longe da crise tão desejada pelos pregoeiros do caos e dos inimigos da estabilidade que estamos construindo desde que o presidente Lula, em 2003, recebeu um país quebrado e sem credibilidade internacional, e virou o jogo, levando o Brasil à invejável posição de sexta economia mundial.</strong></p>
<p><strong>O governo de Dilma, mais do que uma administração vitoriosa e competente, se constitui em um dos mais importantes fatos acontecidos em nossa vida republicana. A figura respeitável da Chefe da Nação recebe avaliação excepcional  e justa por parte de nosso povo: para 80% dos brasileiros ela é “inteligente”, “decidida” (72%), “sincera” (70%).</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/izabella-teixeira-na-onu.jpg" ><img class="aligncenter size-medium wp-image-5335" title="Convention on Biological Diversity: High Level meeting as a contribution to the International Year of Biodiversity" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/izabella-teixeira-na-onu-300x223.jpg" alt="" width="210" height="156" /></a></p>
<p><strong>Foi uma quebra histórica de paradigmas, não só pela chegada de uma mulher ao topo do poder, mas pelo número de outras mulheres que, assessorando Dilma diretamente, chegaram à importantes funções nas mais altas esferas decisórias. Certamente a presença de mulheres de fibra como as ministras Tereza Campello, Gleisi Hoffmann, Ideli Salvatti e Izabella Teixeira, tem colaborado em muito para dar ao governo de Dilma Rousseff um perfil ainda mais feminino, mostrando ao mundo a força de nossas mulheres, o talento das brasileiras e do quanto elas são capazes nas funções públicas.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Teresa-Campello-abr-TL.jpg" ><img class="size-medium wp-image-5336 alignleft" title="Teresa-Campello-abr-TL" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Teresa-Campello-abr-TL-300x225.jpg" alt="" width="168" height="126" /></a></p>
<p><strong>Tereza Campello, coordenando as ações governamentais de combate à fome e de erradicação da miséria, tem continuado um elenco de políticas de governo que – ainda no governo Lula &#8211; mudou o cenário de nossa sociedade, levando 40 milhões de brasileiros da extrema pobreza para a classe média. Seu trabalho é paradoxal: discretíssima, fiel ao seu estilo, tem, no entanto, contribuído de forma decisiva para que o Brasil figure entre as grandes potências econômicas do século 21, mas com justiça social e distribuição de renda.</strong></p>
<p><strong>Gleisi Hoffmann, senadora mais votado do rico Estado do Paraná, é a coordenadora do dia-a-dia do governo, auxiliando diretamente a presidenta Dilma em suas funções, reafirmando o que todos os que a conhecem já sabiam: uma executiva atenta, que persegue obstinadamente a perfeição e os resultados em benefício da coletividade. Sua presença no primeiro escalão do governo é a reafirmação da força crescente das mulheres na política brasileira e da competência com que elas tem se notabilizado nas posições que galgam na administração pública.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Gleisi-Helena-Hoffmann.jpg" ><img class="size-medium wp-image-5334 alignright" title="Gleisi-Helena-Hoffmann" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Gleisi-Helena-Hoffmann-300x205.jpg" alt="" width="168" height="115" /></a></p>
<p><strong>Ideli Salvatti, companheira dedicada e guerreira de todas as horas, auxiliando na coordenação política governo federal, e Izabella Teixeira, técnica do mais alto gabarito e funcionária de carreira no setor ambiental, também são exemplos da brilhante participação feminina na linha de frente do governo Dilma. E, tanto o PT quanto toda a sociedade brasileira orgulham-se desse viés assumidamente feminista de um governo tão bem avaliado pelos brasileiros quanto o da companheira presidenta Dilma Rousseff.</strong></p>
<p><strong>A chegada à presidência de nossa maior empresa da engenheira Maria das Graças Foster, técnica brilhante e funcionária de impecável carreira na Petrobrás, a estatal que orgulha o Brasil e os brasileiros e cujo nome é pronunciado com admiração e respeito nos cinco continentes, é sintomática. Ela se dá apenas por um critério: meritocracia. Sua vida foi toda ela dedicada ao setor energético, com seriedade e afinco, identificando-se plenamente com a luta do povo brasileiro pela auto-suficiência de nosso país no setor petrolífero, além do fortalecimento de nossa maior empresa.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/min_ide.jpg" ><img class="size-medium wp-image-5337 alignleft" title="min_ide" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/min_ide-300x222.jpg" alt="" width="162" height="120" /></a></p>
<p><strong>Se a eleição da mineira Dilma Rousseff, dedicada ministra do grande presidente Lula, tocadora das obras do PAC, técnica qualificada e gestora exigente, mulher de sabida coragem pessoal e honradez à toda prova, foi um marco em nossa história, o seu governo não poderia ser diferente.</strong></p>
<p><strong>Vivemos uma das melhores fases de nossa história social, política e econômica, com profundas e benfazejas transformações em nossas estruturas, com a consolidação de um país politicamente forte e economicamente competitivo, socialmente justo e equânime, ocupando o lugar que lhe cabia desde há muito no cenário internacional.</strong></p>
<p><strong>É reconfortante saber que essa fase próspera que nos alavanca rumo ao futuro de mais êxitos e vitórias tem a marca, o talento, a coragem e o brilho da participação da mulher brasileira.</strong></p>
<p><strong></strong><strong>(*) Delúbio Soares é professor</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.delubio.com.br/" >www.delubio.com.br</a></strong></p>
<p><strong><a target="_blank" href="http://www.twitter.com/delubiosoares" >www.twitter.com/delubiosoares</a></strong></p>
<p><strong><a target="_blank" href="http://www.facebook.com/delubiosoares" >www.facebook.com/delubiosoares</a></strong></p>
<p><strong><a href="mailto:companheirodelubio@gmail.com">companheirodelubio@gmail.com</a></strong></p>
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		<title>NOTA DA JUVENTUDE DO PT</title>
		<link>http://delubio.com.br/blog/2012/01/nota-da-juventude-pt/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 16:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Nota da Juventude do Partido dos Trabalhadores de São José dos Campos e da Macro da Juventude do Partido dos Trabalhadores do Vale do Paraíba sobre a Invasão Policial ao Pinheirinho. A Juventude do Partido dos Trabalhadores de São José dos Campos e do Vale do Paraíba vem manifestar por meio de nota sua profunda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nota da Juventude do Partido dos Trabalhadores de São José dos Campos e da Macro da Juventude do Partido dos Trabalhadores do Vale do Paraíba sobre a Invasão Policial ao Pinheirinho.</strong></p>
<p><strong>A Juventude do Partido dos Trabalhadores de São José dos Campos e do Vale do Paraíba vem manifestar por meio de nota sua profunda insatisfação e desagrado com o MASSACRE promovido pela PM paulista, e pela ação covarde da Juíza Márcia Loureiro de fugir de seu domicílio para não acatar a liminar federal.</strong></p>
<p><strong>O estado de anarquia social que hoje vitima a população trabalhadora do Pinheirinho, é resultado da omissão do poder público municipal, priorizando a hegemonia do poder do capital especulativo em detrimento ao valor humano da terra e da moradia. Já não é tão incomum dizer que esta é mais uma ação de um governo liderado pelo PSDB, mas a novidade é justamente a desumanidade com que tratam a população pobre, e trabalhadora.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/pinheirinho-nova.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5317" title="pinheirinho-nova" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/pinheirinho-nova.jpg" alt="" width="450" height="338" /></a></p>
<p><strong>O criminoso internacional Naji Nahas, dono das terras do bairro Pinheirinho, hoje se deleita com esta ação, bebendo do sangue desta gente humilde, crianças, jovens, mulheres, e homens que anseiam o mínimo que lhes é garantido pela constituição, o direito a Moradia, Saneamento Básico, e a Liberdade.</strong></p>
<p><strong>Hoje a JPT de São José dos Campos e do Vale do Paraíba, compartilha das dores desta ação fascista, com os companheiros do Pinheirinho. Somos todos vítimas deste mesmo mal, que é o poder do capital em sua face mais maligna e perversa, tirando os direitos básicos do povo em prol do conforto de alguns poucos. A luta do Pinheirinho é a luta de todos nós, jovens,  trabalhadores, socialistas!</strong></p>
<p><strong>Assim reafirmamos nosso compromisso a luta do Pinheirinho, e continuaremos a nos manifestar contra as ações desumanas e em prol da especulação imobiliária.</strong></p>
<p><em><span style="color: #ff0000;"><strong>Bruno Lima Emidio – Secretário Municipal da JPT de São José dos Campos</strong></span></em></p>
<p><em><span style="color: #ff0000;"><strong>Silvinha Rezende – Coordenadora da JPT da Macro Vale do Paraíba</strong></span></em></p>
<p><em><span style="color: #ff0000;"><strong>Rogério Cruz do Carmo – Secretário Estadual da JPT – SP</strong></span></em></p>
<p><em><span style="color: #ff0000;"><strong>Jefferson Lima – Secretário Nacional da JPT</strong></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<ul>
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		</item>
		<item>
		<title>O BRASIL ESTÁ VENCENDO O DESEMPREGO</title>
		<link>http://delubio.com.br/blog/2012/01/o-brasil-esta-vencendo-o-desemprego/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 15:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Taxa de desemprego é a menor desde 2002 O índice no país diminuiu principalmente por conta da redução da procura de trabalho PEDRO SOARES DO RIO Mesmo à sombra da crise e num cenário de economia mais fraca, o mercado de trabalho das maiores metrópoles do país viveu, em 2011, seu melhor momento em nove [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #0000ff;"><strong>Taxa de desemprego é a menor desde 2002</strong></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong></strong><strong><em>O índice no país diminuiu principalmente por conta da redução da procura de trabalho</em></strong></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>PEDRO SOARES</strong></span></p>
<p><span style="color: #0000ff;"><strong>DO RIO</strong></span></p>
<p><strong>Mesmo à sombra da crise e num cenário de economia mais fraca, o mercado de trabalho das maiores metrópoles do país viveu, em 2011, seu melhor momento em nove anos, com a mais baixa taxa de desemprego desde pelo menos 2002, segundo o IBGE.</strong></p>
<p><strong>Diante principalmente da menor procura por trabalho, a taxa de desemprego cedeu de uma média anual de 6,7% em 2010 para 6% em 2011, colocando o Brasil numa posição intermediária entre os países.</strong></p>
<p><strong>O país obteve índices melhores do que os desenvolvidos e equivalentes aos latino-americanos e emergentes -exceto China e México, segundo projeções do FMI (ver gráfico ao lado).</strong></p>
<p><strong>O desempenho favorável -que levou a taxa a cair para 4,7% em dezembro, a mais baixa de todas- se deu mais por conta da redução da procura de trabalho do que pelo crescimento expressivo da abertura de novas vagas.</strong></p>
<p><strong>O contingente de pessoas desempregadas e em busca de uma colocação caiu 10,4% em 2011, enquanto o emprego subiu apenas 2,1%. Em 2010, o total de pessoas ocupadas havia tido um crescimento maior: 3,5%.</strong></p>
<p><strong>Os dados mostram que a taxa de desemprego foi mais elevada entre os jovens. Entre os com 15 a 17 anos, o índice chega a 23% e entre os de 18 a 24 anos é de 13,4%.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/grafico.jpg" ><img class="size-full wp-image-5311 alignright" title="grafico" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/grafico.jpg" alt="" width="360" height="250" /></a></p>
<p><strong>Das regiões metropolitanas avaliadas na pesquisa, Salvador é a que apresenta a taxa mais alta: de 9,6%.</strong></p>
<p><strong>Para a LCA Consultores, a taxa de desemprego declinou principalmente porque menos pessoas procuraram um emprego sob influência do &#8220;fato de a renda média anual ter se mantido em alto patamar, o que pode ter desestimulado a busca de uma ocupação para reforçar a renda&#8221; da família.</strong></p>
<p><strong>O rendimento perdeu fôlego e cresceu 2,7% na média de 2011, quase um ponto percentual a menos do que em 2010 (3,8%). Manteve-se, porém, em valores historicamente elevados (R$ 1.625).</strong></p>
<p><strong>Para Mauro Rochlin, professor do IBGE, nem a freada do rendimento fez de 2011 um ano ruim para o mercado de trabalho, que teve um desempenho positivo diante do avanço das importações e do consequente efeito negativo sobre a indústria.</strong></p>
<p><strong>Segundo ele, o setor de serviços, mais ligado à renda doméstica, &#8220;sustentou o dinamismo&#8221; do mercado de trabalho em 2011, algo que deve se intensificar neste ano. &#8220;Mas é provável que a taxa de desemprego aumente, pois os impactos do câmbio serão ainda mais sentidos pela indústria.&#8221;</strong></p>
<p><strong>O ritmo mais lento da geração de vagas na indústria, diz, explica a piora da renda, pois o setor é o que paga os maiores salários.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/paises.jpg" ><img class="size-medium wp-image-5310 alignleft" title="paises" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/paises-157x300.jpg" alt="" width="157" height="300" /></a></p>
<p><strong>Esse movimento foi mais notado em São Paulo, principal polo fabril do país e onde o rendimento subiu só 0,7% em 2011.</strong></p>
<p><strong>Já o IBGE cita ainda a inflação mais alta e o menor reajuste do salário mínimo no ano passado como causas da desaceleração da renda.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Um destaque positivo foi o aumento do número de empregos formais, cuja expansão de 6,8% em 2011 ficou acima da média de crescimento do emprego.</strong></p>
<p><strong>Segundo pesquisa do Datafolha, o desemprego deixou de ser o principal problema do país. A posição atualmente é ocupada por saúde. No levantamento feito em janeiro, desemprego ficou em terceiro lugar.</strong></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><em>Fonte: Folha de S. Paulo, 27/janeiro/2012</em></strong></span></p>
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<div>
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<p><span id="more-5308"></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong><span style="color: #ff0000;">Taxa de desemprego: 2011 registra média de 6%</span></strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Enviado por luisnassif, qui, 26/01/2012 &#8211; 09:15</strong></span></p>
<p><span class="Apple-style-span" style="color: #ff0000;"><strong>Do IBGE</strong></span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Desocupação fica em 4,7% em dezembro e fecha 2011 com média de 6,0%</strong></span></p>
<p style="text-align: center;"><img src="webkit-fake-url://0EA5A893-E8D2-4B8C-BA26-90A0EDF08E9E/pastedGraphic.pdf" alt="pastedGraphic.pdf" /></p>
<p><strong>A taxa de desocupação foi estimada em 4,7% em dezembro de 2011, a menor para o mês de dezembro e também a menor taxa de toda a série histórica da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) iniciada em março de 2002, registrando queda de 0,5 ponto percentual em relação ao resultado apurado em novembro (5,2%) e de 0,6 ponto percentual na comparação com dezembro de 2010 (5,3%).</strong></p>
<p><strong>Com esse resultado, na média dos 12 meses de 2011, a taxa de desocupação ficou em 6,0%, também a menor média anual, inferior em 0,8 ponto percentual à observada em 2010 (6,7%) e 6,4 pontos percentuais abaixo da média de 2003 (12,4%)</strong></p>
<p><strong>A população desocupada em dezembro de 2011 (1,1 milhão de pessoas) caiu 9,5% no confronto com novembro (menos 119 mil pessoas) e 9,4% em comparação com dezembro de 2010 (menos 118 mil pessoas). No ano de 2011, os desocupados somaram, em média, 1,4 milhão de pessoas, 10,4% a menos que em 2010 (1,6 milhão), o que representou menos 166 mil desocupados em um ano. Com relação a 2003, o contingente de desocupados, de 2,6 milhões, caiu 45,3% ou seja, nesse período a redução atingiu 1,2 milhão de pessoas.</strong></p>
<p><strong>A população ocupada (22,7 milhões) manteve-se estável frente a novembro e apresentou aumento de 1,3% no confronto com dezembro de 2010, o que representou elevação de 283 mil ocupados no intervalo de 12 meses. Na média de 2011, os ocupados somaram 22,5 milhões de pessoas, um contingente 2,1% maior que o de 2010 (22,0 milhões) e 21,3% superior a 2003.</strong></p>
<p><strong>O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,2 milhões) não registrou variação na comparação com novembro e teve elevação de 6,0% na comparação com dezembro de 2010, o que representou um adicional de 638 mil postos de trabalho com carteira assinada no período de um ano. Esses resultados levaram, na média de 2011, a um recorde na proporção de trabalhadores com carteira assinada (10,9 milhões) em relação ao total de ocupados: 48,5%, frente a 46,3% em 2010 e 39,7% em 2003.</strong></p>
<p><strong>O rendimento médio real habitual dos ocupados (R$ 1.650,00, o valor mais alto para o mês de dezembro desde 2002) subiu 1,1% em comparação com novembro. Frente a dezembro de 2010, o poder de compra dos ocupados cresceu 2,6%. A média anual do rendimento médio mensal habitualmente recebido no trabalho principal foi estimada em R$ 1.625,46(aproximadamente três salários mínimos), o que correspondeu a um crescimento de 2,7%, em relação a 2010. Entre 2003 e 2011, o poder de compra do rendimento de trabalho aumentou em 22,2%.</strong></p>
<p><strong>O rendimento domiciliar per capita aumentou de 2010 para 2011 em 3,8%. De 2003 para 2011, o crescimento chegou a 35,5%.</strong></p>
<p><strong>A massa de rendimento real habitual (R$ 37,8 bilhões) aumentou 0,7% em relação a novembro. Em comparação com dezembro de 2010, a massa cresceu 3,4%. A massa de rendimento real efetivo dos ocupados (R$ 40,9 bilhões), estimada em novembro de 2011, subiu 9,3% no mês e 7,1% no ano.</strong></p>
<p><strong>A massa de rendimento real mensal habitual (média anual) estimada para 2011, em R$ 36,9 bilhões, nas seis regiões metropolitanas, resultou em um aumento de 4,8% em relação a 2010 e 47,9% na comparação com 2003.</strong></p>
<p><strong>A Pesquisa Mensal de Emprego é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na páginawww.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/trabalhoerendimento/pme_nova/</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="webkit-fake-url://0EA5A893-E8D2-4B8C-BA26-90A0EDF08E9E/pastedGraphic_1.pdf" alt="pastedGraphic_1.pdf" /></p>
<p><strong>Taxa de desocupação de 2011 é inferior à de 2010 em 0,8 ponto percentual</strong></p>
<p><strong>Em 2011, foi registrado um contingente médio de 1,4 milhão de pessoas desocupadas, 10,4% inferior à média de 2010 (1,6 milhão), o que representou menos 166 mil desocupados em um ano. Em relação a 2003 (2,6 milhões de desocupados), houve redução de 45,3% no número de pessoas nessa situação (menos aproximadamente 1,2 milhão de pessoas).</strong></p>
<p><strong>A taxa de desocupação (proporção de pessoas desocupadas em relação à população economicamente ativa, que é formada pelos contingentes de ocupados e desocupados) de 2011 (média de janeiro a dezembro) foi estimada em 6,0%, 0,8 ponto percentual abaixo da observada em 2010 (6,7%). Na comparação com 2003, quando a taxa foi estimada em 12,4%, a redução foi de 6,4 pontos percentuais.</strong></p>
<p><strong>A tabela a seguir mostra a evolução da taxa de desocupação por ano para o total e cada uma das regiões pesquisadas pela PME.</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="webkit-fake-url://0EA5A893-E8D2-4B8C-BA26-90A0EDF08E9E/pastedGraphic_2.pdf" alt="pastedGraphic_2.pdf" /></p>
<p><strong>População ocupada tem aumento de 2,1% de 2010 para 2011</strong></p>
<p><strong>A população ocupada no total das regiões da PME em 2011 (média de janeiro a dezembro) foi de 22,5 milhões de pessoas, 2,1% maior que a de 2010 (22,0 milhões) e 21,3% maior do que em 2003, um incremento de 4,0 milhões de pessoas. Esse crescimento foi inferior ao registrado de 2009 para 2010 (3,5%). Este resultado contribuiu para que o nível de ocupação (a proporção de ocupados, no total de pessoas com 10 anos ou mais de idade, na média dos 12 meses), passasse de 53,2%, em 2010, para 53,7%, em 2011 (em 2003 era 50,0%). Em relação a 2003, a população ocupada cresceu 21,3%.</strong></p>
<p><strong>Nas Regiões Metropolitanas de Belo Horizonte, São Paulo e Porto Alegre o nível da ocupação foi superior ao do conjunto das seis regiões metropolitanas, respectivamente, 57,0%, 55,8% e 55,1%, enquanto em Recife foi registrado o menor, de 46,6%.</strong></p>
<p><strong>Em 2011 a população ocupada estava distribuída entre 54,6% de homens (12,3 milhões de pessoas) e 45,4% de mulheres (10,2 milhões de pessoas). Como já observado em anos anteriores, as mulheres continuam sendo minoria na população ocupada e maioria na população em idade ativa. Contudo, a participação da mulher na população ocupada, embora não tenha variado em relação a 2011 (de 45,3% em 2010, para 45,4% em 2011), apresenta tendência de aumento (2,4 pontos percentuais em relação a 2003, quando era 43,0%).</strong></p>
<p><strong>Trabalhadores com carteira são 48,5% dos ocupados</strong></p>
<p><strong>Na média de 2011, 10,9 milhões de trabalhadores eram empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado. O percentual dos trabalhadores com carteira assinada em relação ao total de ocupados passou de 46,3% em 2010 para 48,5% em 2011 (em 2003 eram 39,7%).</strong></p>
<p><strong>Em todas as Regiões Metropolitanas, o percentual de empregados com carteira assinada no setor privado representou, aproximadamente, metade da população ocupada, variando e 43,9% no Rio de Janeiro a 52,0% em São Paulo. A região metropolitana de São Paulo continuou com a maior proporção desta categoria dentre os ocupados (52,0%). O Rio de Janeiro foi a Região Metropolitana que menor cresceu no período de 2003-2011 (6,8%), de tal forma que Recife e Salvador, que apresentaram as menores proporções até 2010, ultrapassaram o Rio de Janeiro em 2011.</strong></p>
<p><strong>Como consequência do aumento do contingente de trabalhadores com carteira assinada, também aumentou o número de trabalhadores que contribuíam para a previdência social. Em 2003, 61,2% das pessoas ocupadas contribuíam para a previdência; em 2010, 68,4% e, em 2011, esta proporção atingiu 71,0%.</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="webkit-fake-url://0EA5A893-E8D2-4B8C-BA26-90A0EDF08E9E/pastedGraphic_3.pdf" alt="pastedGraphic_3.pdf" /></p>
<p><strong>Pessoas com 50 anos ou mais de idade representam 22,0% da população ocupada</strong></p>
<p><strong>De 2010 para 2011, houve um aumento significativo da participação da população de 50 anos ou mais de idade (4,0%, em relação a 2010) na população em idade ativa, alcançando o contingente 12,6 milhões. Nos grupos de 25 a 49 anos e 15 a 17 anos de idade, também houve crescimento, porém com menor intensidade (0,9% e 0,7%, respectivamente), enquanto nas demais faixas etárias analisadas houve queda ou estabilidade.</strong></p>
<p><strong>Na população ocupada, a presença das pessoas de 50 ou mais anos de idade no mercado de trabalho passou de 21,5% em 2010, para 22,0% em 2011, enquanto todos os demais grupos etários apresentaram redução ou estabilidade na participação relativa na ocupação no ano. Em 2003 o grupo de 50 anos ou mais representava 16,7% da população ocupada.</strong></p>
<p><strong>Trabalhadores com 11 anos ou mais de estudo são 60,7% da população ocupada</strong></p>
<p><strong>De 2010 para 2011, a escolaridade da população com 10 anos ou mais de idade aumentou. O percentual de pessoas com 11 anos ou mais de estudo cresceu 1,3 ponto percentual (passou de 44,5%, em 2010, para 45,8%, em 2011). Em 2003, este percentual era 34,3% (de 2003 para 2011 cresceu 11,4 pontos percentuais). Entre os trabalhadores, o avanço da população com 11 anos ou mais de estudo também foi percebido, passou de 59,2%, para 60,7%. De 2003 para 2011, o percentual de pessoas ocupadas com 11 anos ou mais de estudo cresceu 14,0 pontos percentuais (passou de 46,7%, para 60,7%).</strong></p>
<p><strong>Rendimento médio de trabalho aumenta, mas disparidades persistem</strong></p>
<p><strong>Em 2011, a média anual do rendimento médio mensal habitualmente recebido no trabalho principal foi estimada em R$ 1.625,46 reais (equivalente a aproximadamente três salários mínimos), a mais alta desde 2003, o que correspondeu a um crescimento de 2,7%, em relação a 2010. Entre 2003 e 2011, o poder de compra do rendimento de trabalho aumentou em 22,2%.</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="webkit-fake-url://0EA5A893-E8D2-4B8C-BA26-90A0EDF08E9E/pastedGraphic_4.pdf" alt="pastedGraphic_4.pdf" /></p>
<p><strong>A pesquisa apontou disparidades entre os rendimentos de homens e mulheres e, também, entre brancos, pretos e pardos. Em 2011, em média, as mulheres ganhavam em torno de 72,3% do rendimento recebido pelos homens (R$ 1.343,81 contra R$ 1.857,64). A diferença permaneceu constante em relação a 2010, o que interrompe os avanços que ocorreram desde 2007. A menor proporção foi a registrada em 2003, de 70,8%.</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="webkit-fake-url://0EA5A893-E8D2-4B8C-BA26-90A0EDF08E9E/pastedGraphic_5.pdf" alt="pastedGraphic_5.pdf" /></p>
<p><strong>O rendimento dos trabalhadores de cor preta ou parda, entre 2003 e 2011, teve um acréscimo de 38,6% para os pretos e 36,7% para os pardos, enquanto o rendimento dos trabalhadores de cor branca cresceu 22,4%. Mas a pesquisa registrou, também, que os trabalhadores de cor preta ou parda ganhavam, em média, em 2011, pouco mais da metade (pretos eram 52,3% e pardos 54,7%) do rendimento recebido pelos trabalhadores de cor branca – as médias anuais do rendimento foram de R$ 1.073,22 para os trabalhadores de cor preta e de R$ 1.121,44 para os de cor parda, enquanto a dos trabalhadores de cor branca foi de R$ 2.050,25. Em 2010, esta razão era 50,0% para os pretos e 53,7% para os pardos. Destaca-se que, em 2003, não chegava à metade (pretos era 46,2% e pardos 49,0%).</strong></p>
<p><strong>De 2010 para 2011, o rendimento aumentou em todas as formas de inserção: empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (6,1%); militares e funcionários públicos estatutários (2,1%); trabalhadores por conta própria (4,0%); e trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado (1,4%). Para os empregadores o aumento foi de 3,0%.</strong></p>
<p><strong>O mesmo ocorreu nos grupamentos de atividade, todos apresentaram ganho no poder de compra do rendimento do trabalho. Em termos percentuais, os grupamentos com os maiores aumentos foram os que tinham os menores rendimentos. No período 2010-2011, houve ganho no rendimento dos grupamentos: indústria e construção, cerca de 5,0%; nos outros serviços, de 5,7%; nos serviços domésticos, de 5,6%.</strong></p>
<p><strong>Nos serviços domésticos, na comparação 2003 e 2011, foi verificado o maior aumento entre os grupamentos, 42,4%. Ainda em relação a 2003, outro grupamento de destaque foi o da construção, composto em sua maioria por pedreiros, que apresentou ganho de 37,1%, neste período. Apenas o grupamento dos serviços prestados as empresas apresentou perda (-1,8%), entre 2010 e 2011. Este grupamento, de 2003 para 2011, foi o que apresentou o menor percentual de ganho, 10,9%.</strong></p>
<p><strong>O rendimento domiciliar per capita aumentou 3,8% de 2010 (R$ 1.046,13) para 2011 (R$ R$ 1.085,66).</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="webkit-fake-url://0EA5A893-E8D2-4B8C-BA26-90A0EDF08E9E/pastedGraphic_6.pdf" alt="pastedGraphic_6.pdf" /></p>
<p style="text-align: left;"><strong>A massa de rendimento real mensal habitual (média anual) estimada para 2011, em R$ 36,9 bilhões, nas seis regiões metropolitanas, resultou em um aumento de 4,8% em relação a 2010 e 47,9% na comparação com 2003.</strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong>Resultados de dezembro de 2011: desocupação cai para 4,7%</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="webkit-fake-url://0EA5A893-E8D2-4B8C-BA26-90A0EDF08E9E/pastedGraphic_7.pdf" alt="pastedGraphic_7.pdf" /></p>
<p><strong>Regionalmente, na comparação com novembro de 2011, a taxa de desocupação registrou variação significativa apenas no Rio de Janeiro (queda de 0,6 ponto percentual). Frente a dezembro de 2010, a Região Metropolitana de Recife apresentou queda de 2,2 pontos percentuais nesse indicador. Nas Regiões Metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte e São Paulo a taxa de desocupação atingiu o menor patamar da série.</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="webkit-fake-url://0EA5A893-E8D2-4B8C-BA26-90A0EDF08E9E/pastedGraphic_8.pdf" alt="pastedGraphic_8.pdf" /></p>
<p><strong>O contingente de desocupados, estimado em 1,1 milhão de pessoas no agregado das seis regiões investigadas, atingiu o menor patamar da série histórica (iniciada em 2002) nas Regiões Metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte e São Paulo, o contingente de desocupados. A análise regional mostrou que, em relação a novembro, o contingente de desocupados assinalou queda no Rio de Janeiro (12,5%) e ficou estável nas demais regiões metropolitanas. No confronto com dezembro de 2010, verificou-se queda expressiva na Região Metropolitana de Recife (32,6%) e nas demais regiões não foram observadas variações significativas.</strong></p>
<p><strong>Para a população ocupada (22,7 milhões de pessoas), em dezembro de 2011, no total das seis regiões metropolitanas, na análise por grupamentos de atividade econômica, de novembro para dezembro de 2011, ocorreu queda de 2,6% na Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social e os demais grupamentos não registraram movimentação significativa. No confronto com dezembro de 2010, ocorreram acréscimos nos Serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira, 10,5% (mais 357 mil pessoas) e na Construção, 7,7% (mais 126 mil pessoas).O grupamento dos Serviços domésticos apresentou retração de 5,0% (menos 81 mil pessoas) e os demais grupamentos permaneceram estáveis.</strong></p>
<p><strong>Considerando o nível da ocupação, estimado em dezembro de 2011 em 54,0% para o total das seis regiões, não variou frente a novembro último e também ficou estável em relação a dezembro de 2010. Regionalmente, na comparação mensal, todas as regiões metropolitanas mantiveram resultados estáveis, exceto a do Rio de Janeiro, onde o indicador apresentou queda de 1,0 ponto percentual. Frente a dezembro de 2010, ocorreu variação significativa apenas em Salvador (declínio de 2,3 pontos percentuais).</strong></p>
<p><strong>Em dezembro de 2011, os trabalhadores com carteira assinada no setor privado (11,2 milhões de pessoas) representavam 49,3% das pessoas ocupadas.</strong></p>
<p><strong>O rendimento médio real habitual dos trabalhadores na análise regional, em relação a novembro de 2011, subiu em Salvador (1,3%), Belo Horizonte (1,3%), Rio de Janeiro, (2,2%) e São Paulo (1,4%). Caiu em Recife (4,2%) e ficou estável em Porto Alegre. Na comparação com dezembro de 2010, o rendimento cresceu em Recife (2,7%), Salvador (12,4%), Belo Horizonte (5,5%) e São Paulo (2,4%). Ocorreu declínio em Porto Alegre (0,5%) e ficou estável no Rio de Janeiro.</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="webkit-fake-url://0EA5A893-E8D2-4B8C-BA26-90A0EDF08E9E/pastedGraphic_9.pdf" alt="pastedGraphic_9.pdf" /></p>
<p><strong>Na análise mensal do rendimento médio real habitual por grupamentos de atividade, foi verificado ganho em Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (0,9%), Construção (5,3%), Serviços prestados a empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (3,3%), Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (1,1%), Serviços domésticos (0,5%) e Outros serviços (1,8%). Foi verificada queda em Comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (3,2%). Na comparação com dezembro de 2010, foi verificado ganho em Indústria extrativa, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água (1,4%), Construção (13,4%),Serviços prestados à empresas, aluguéis, atividades imobiliárias e intermediação financeira (0,9%), Educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social (0,9%), Serviços domésticos (5,3%) e Outros serviços (6,2%), enquanto houve queda em Comércio, reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis (3,3%).</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="webkit-fake-url://0EA5A893-E8D2-4B8C-BA26-90A0EDF08E9E/pastedGraphic_10.pdf" alt="pastedGraphic_10.pdf" /></p>
<p><strong>Por posição na ocupação, em relação a novembro, houve ganho para os empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (1,5%) e trabalhadores por conta própria (1,1%). Houve queda para os empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado (2,5%). Já para os militares e funcionários públicos, foi verificada estabilidade.</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="webkit-fake-url://0EA5A893-E8D2-4B8C-BA26-90A0EDF08E9E/pastedGraphic_11.pdf" alt="pastedGraphic_11.pdf" /></p>
<p><strong>Na comparação com dezembro de 2010, houve ganhos para todas os empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (2,5%), militares ou funcionários públicos estatutários (1,6%) e trabalhadores por conta própria (4,6%). Já os empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado tiveram queda de 2,7%.</strong></p>
<p><strong>Em relação a novembro, o rendimento domiciliar real habitual per capita dos ocupados (R$ 1.079,86) cresceu 0,9%. Em relação a dezembro de 2010, o aumento foi de 2,5%. Na tabela abaixo, os valores e as variações desse indicador para as seis regiões metropolitanas investigadas pela PME.</strong></p>
<p><img class="aligncenter" src="webkit-fake-url://0EA5A893-E8D2-4B8C-BA26-90A0EDF08E9E/pastedGraphic_12.pdf" alt="pastedGraphic_12.pdf" /></p>
</div>
<ul>
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		<title>BARACK OBAMA: “BRASIL É O PAÍS”</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 21:41:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo Semanal]]></category>
		<category><![CDATA[principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Delúbio Soares (*) O presidente Barack Obama anunciou que turistas brasileiros terão mais facilidades para conseguir vistos em suas viagens aos Estados Unidos. Há vários comentários a serem feitos sobre a atitude do chefe de Estado norte-americano, além daquele inevitável: já chega tarde essa medida que repara (ao menos em parte) uma discriminação odiosa e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Delúbio Soares (*)</em></strong></p>
<p><strong>O presidente Barack Obama anunciou que turistas brasileiros terão mais facilidades para conseguir vistos em suas viagens aos Estados Unidos. Há vários comentários a serem feitos sobre a atitude do chefe de Estado norte-americano, além daquele inevitável: já chega tarde essa medida que repara (ao menos em parte) uma discriminação odiosa e inaceitável. As longas filas de espera na Embaixada e nos consulados norte-americanos pelo Brasil afora em nada contribuem para o aprimoramento dos laços que unem os nossos países.</strong></p>
<p><strong>Não faz muito tempo – algo como uma década, se muito – e o chanceler do governo de Fernando Henrique Cardoso, esquecendo-se de que representava um país de lindíssima história e um povo excepcional, que chefiava (se é que chefiava&#8230;) uma das melhores diplomacias do mundo, cedeu à carranca de um guarda aduaneiro qualquer do aeroporto de Washington e, cândidamente, retirou os seus mocassins italianos e, descalço como a nossa inimitável diva baiana Maria Bethânia nos palcos do Brasil e do mundo, submeteu-se à revista de corpo inteiro.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Passaporte_brasileiro.jpg" ><img class="size-full wp-image-5300 alignright" title="Passaporte_brasileiro" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/Passaporte_brasileiro.jpg" alt="" width="360" height="270" /></a></p>
<p><strong>No gesto sabujo de Celso Lafer, que ainda hoje nos cobre de opróbrio e revolta, o retrato pronto e acabado de um Brasil derrotado, falido, humilhado e sem qualquer credibilidade internacional. Se não éramos uma republiqueta bananeira, estávamos longe do que hoje somos. Éramos o Brasil de três quebradeiras seguidas, de idas freqüentes aos guichês do FMI e aos caixas dos bancos credores, éramos o Brasil de FHC, do PSDB, do DEM e de seus aliados.</strong></p>
<p><strong>Depois de um processo de soerguimento interno &#8211;  onde o Brasil olhou para os que sofriam e passavam fome, abriu as portas das universidades para os filhos do povo, valorizou seus empresários e agricultores, dinamizou sua indústria e promoveu a maior mobilidade social de que se tem notícia na história recente, com a migração de 40 milhões de cidadãos da pobreza para a classe média &#8211;  recuperamos tanto nossa auto-estima quanto  a credibilidade internacional. E o mundo passou a nos olhar com olhos de necessário respeito e sincera admiração. Foi obra dos governos de Lula e de Dilma, mas foi, sobretudo, fruto do talento e do esforço impressionantes de todo o povo brasileiro.</strong></p>
<p><strong>Vários foram os fatos que antecederam o anúncio de Obama, mas que já ressaltavam esse novo olhar mundial sobre o Brasil forte, soberano, altivo, rico e cheio de futuro que surgiu dos governos revolucionários de Lula e que se aprimora na gestão eficiente e austera de Dilma, a primeira brasileira a chegar ao Palácio do Planalto. Mas duas nos marcaram imensamente pelo apelo popular e pelo sentido de reparação:</strong></p>
<p><strong>              ·       A escolha do Brasil para a realização da Copa em 2014, fato inédito em nosso país, situando-nos no centro das atenções mundiais</strong></p>
<p><strong>             ·       O anúncio de que as Olimpíadas de 2016 serão realizadas no Rio de Janeiro, fazendo justiça à uma das mais belas cidades do mundo</strong></p>
<p><strong>Além desses fatos, não deixamos de registrar conquistas, avanços e vitórias.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/dilma-obama-ae_151436.jpg" ><img class="size-full wp-image-5302 alignleft" title="dilma-obama-ae_151436" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/dilma-obama-ae_151436.jpg" alt="" width="378" height="210" /></a></p>
<p><strong>Ainda agora se anuncia que, no segundo governo do presidente Lula e no primeiro ano do governo da presidenta Dilma Rousseff, os investimentos estrangeiros no Brasil quadruplicaram: US$ 163 bi para US$ 660 bilhões. E todos nós sabemos que os capitalistas (sejam eles governos estrangeiros, fundos de investidores, industriais ou banqueiros, tanto faz) não se movem por instintos de solidariedade humana ou simpatia pessoal, mas por viabilidade nos negócios ou possibilidade de lucros. E que não investem em países que não tem futuro ou não são bem governados. Esses são os que, na década infame dos tucanos, nos anos 90, quando FHC e sua turma entregavam o patrimônio público a preço vil e quebravam o país, evitavam o Brasil como o demônio foge da cruz. Hoje enxergam no Brasil a verdadeira terra da promissão, um país decente e bem administrado, com regras claras, moeda estável e mercado forte, produzindo, consumindo e exportando, tudo exatamente como deve ser. E, por isso, investem a cada dia mais no Brasil que Lula, Dilma, o PT e os brasileiros estão construindo. Pois que sejam bem-vindos!</strong></p>
<p><strong>Barack Obama com um anúncio singelo, mas necessário, não só reconhece o burocrático e duro tratamento que sua Embaixada e seus consulados no Brasil estavam dando aos potenciais turistas que desejam visitar os Estados Unidos. Certamente o Brasil irá atuar de forma recíproca e, também, facilitar a vinda de cidadãos norte-americanos aos Brasil, determinando ao nosso serviço deplomático menos rigor nas exigências consulares.</strong></p>
<p><strong>Nossos adversários políticos e grande parte da imprensa não vão reconhecer, de forma alguma, mas é importante saber que a decisão do presidente dos Estados Unidos é da maior importância e, seguramente, nela está presente a importância crescente do Brasil e dos brasileiros.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/obama_lula.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5301" title="obama_lula" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/obama_lula.jpg" alt="" width="499" height="283" /></a></p>
<p><strong>Antes ele já havia dito, em um encontro internacional, o presidente Lula era “<em>o cara</em>”. Agora com seu gesto reparador, Obama parece dizer que a gigantesca sexta economia do mundo, esse Brasil que é um grande parceiro comercial dos Estados Unidos, é, também, “<em>o país</em>”.</strong></p>
<p><strong><em>(*) Delúbio Soares é professor</em></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.delubio.com.br/" >www.delubio.com.br</a></strong></p>
<p><strong><a target="_blank" href="http://www.twitter.com/delubiosoares" >www.twitter.com/delubiosoares</a></strong></p>
<p><strong><a target="_blank" href="http://www.facebook.com/delubiosoares" >www.facebook.com/delubiosoares</a></strong></p>
<p><strong><a href="mailto:companheirodelubio@gmail.com">companheirodelubio@gmail.com</a></strong></p>
<ul>
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		<title>CORA CORALINA</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 14:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Um repórter perguntou à Cora Coralina o que é viver bem. Ela lhe disse: “Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo prá você, não pense. Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha. Eu não digo. Eu não digo estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco. É claro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Um repórter perguntou à Cora Coralina o que é viver bem. Ela lhe disse:</strong></p>
<p><strong>“Eu não tenho medo dos anos e não penso em velhice.</strong></p>
<p><strong>E digo prá você, não pense.</strong></p>
<p><strong>Nunca diga estou envelhecendo, estou ficando velha.</strong></p>
<p><strong>Eu não digo.</strong></p>
<p><strong>Eu não digo estou velha, e não digo que estou ouvindo pouco.</strong></p>
<p><strong>É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.</strong></p>
<p><strong>Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.</strong></p>
<p><strong>O melhor roteiro é ler e praticar o que lê.</strong></p>
<p><strong>O bom é produzir sempre e não dormir de dia.</strong></p>
<p><strong>Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.</strong></p>
<p><strong>Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima.</strong></p>
<p><strong>Eu não digo nunca que estou cansada.</strong></p>
<p><strong>Nada de palavra negativa.</strong></p>
<p><strong>Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/coracoralina.jpg" ><img class="size-full wp-image-5293 alignright" title="coracoralina" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/coracoralina.jpg" alt="" width="350" height="246" /></a></p>
<p><strong>Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio!</strong></p>
<p><strong>Sei que tenho muitos anos.</strong></p>
<p><strong>Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não.</strong></p>
<p><strong>Você acha que eu sou?</strong></p>
<p><strong>Posso dizer que eu sou a terra e nada mais quero ser.</strong></p>
<p><strong>Filha dessa abençoada terra de Goiás.</strong></p>
<p><strong>Convoco os velhos como eu, ou mais velhos que eu, para exercerem seus direitos.</strong></p>
<p><strong>Sei que alguém vai ter que me enterrar, mas eu não vou fazer isso comigo.</strong></p>
<p><strong>Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade,</strong></p>
<p><strong>despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto,</strong></p>
<p><strong>pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.</strong></p>
<p><strong>O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade.</strong></p>
<p><strong>Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.</strong></p>
<p><strong>Digo o que penso, com esperança.</strong></p>
<p><strong>Penso no que faço, com fé.</strong></p>
<p><strong>Faço o que devo fazer, com amor.</strong></p>
<p><strong>Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.</strong></p>
<p><strong>Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar,</strong></p>
<p><strong>ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida,</strong></p>
<p><strong>que o mais importante é o decidir”.</strong></p>
<p><strong>Cora Coralina</strong></p>
<ul>
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		<item>
		<title>BRASIL DOS FATOS E DOS BOATOS</title>
		<link>http://delubio.com.br/blog/2012/01/brasil-dos-fatos-e-dos-boatos/</link>
		<comments>http://delubio.com.br/blog/2012/01/brasil-dos-fatos-e-dos-boatos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 21:47:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigo Semanal]]></category>
		<category><![CDATA[principal]]></category>

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		<description><![CDATA[Delúbio Soares (*) &#160; Há fatos da maior importância para o Brasil e os brasileiros, vários deles de relevância histórica, que estão acontecendo desde que o Partido dos Trabalhadores chegou ao Palácio do Planalto e implementou as profundas mudanças que nossa sociedade exigia em todos os setores da vida nacional. Por motivações que todos conhecemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Delúbio Soares (*)</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há fatos da maior importância para o Brasil e os brasileiros, vários deles de relevância histórica, que estão acontecendo desde que o Partido dos Trabalhadores chegou ao Palácio do Planalto e implementou as profundas mudanças que nossa sociedade exigia em todos os setores da vida nacional.</strong></p>
<p><strong>Por motivações que todos conhecemos e que vão do preconceito ideológico à má-fé pura e simples, da desinformação à incredulidade, se estão sonegando da imensa maioria da população os espetaculares indicadores de um Brasil que disparou e recupera o tempo perdido. Por aversão notória ao PT ou por evidente boicote aos governos de Lula e Dilma, tanto faz, a verdade está sendo escondida ou em seu lugar nos deparamos com um estrondoso silêncio quando não com a mentira e a manipulação de dados e fatos.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/dilmarou.jpg" ><img class="size-full wp-image-5285 alignright" title="dilmarou" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/dilmarou.jpg" alt="" width="288" height="192" /></a></p>
<p><strong>Um dos mais lúcidos intelectuais da atualidade, o sociólogo Marcos Coimbra, fundador do Instituto Vox Populi, em seu brilhante artigo ‘<em>’Mídia nativa e perplexidade mongol</em>” publicado na revista Carta Capital &#8211; que reproduzi em meu site (<a target="_blank" href="http://migre.me/7u8VG" >http://migre.me/7u8VG</a>) &#8211; analisa a discrepância entre a aprovação inédita de um governo muitíssimo bem avaliado pelos brasileiros, num país com impressionante auto-estima e, paradoxalmente, o que se lê, o que se vê e o que se escuta na mídia desconectada da realidade, trancafiada no labirinto de seus preconceitos ideológicos e comprometimentos partidários, avessa à verdade e denotando uma espécie de inacreditável autismo!</strong></p>
<p><strong>Marcos Coimbra, com competência e acuidade, imagina o  quão perplexo ficaria um analista estrangeiro ao defrontar-se com o Brasil em permanente crise, quase de dimensões catastróficas, pintado pela imprensa nativa e o Brasil real, que vive um dos melhores momentos (senão o melhor) de sua vida republicana. De um lado  estaria a incredulidade pela diferença entre o que leu em nossos grandes jornais, viu no noticiário dos principais veículos de comunicação de massa e o que compreendeu dos sentimentos da população, a partir das pesquisas de opinião disponíveis. De outro, pela discrepância entre o que dizem setores da imprensa nativa e toda a imprensa internacional a respeito do Brasil. Trocando em miúdos: os boatos sendo desmentidos cabalmente pelos fatos.</strong></p>
<p><strong>Tem razão o competente intelectual mineiro ao trazer à discussão a dicotomia entre o Brasil das ruas, altaneiro e vitorioso, o Brasil dos fatos e da verdade evidente, com o Brasil cinzento e derrotado, obra da ficção elaborada pelo ressentimento político e o engajamento partidário dos que perderam nas urnas e persistem abraçados a rancores e mágoas, desinformando. E, felizmente, não é a maior parte da imprensa brasileira, que tem cumprido sua missão de informar e de esclarecer com a exação de sempre. Porém, existem informações da maior importância para nosso país e que não tem tido a devida repercussão.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/grafico1.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5286" title="grafico1" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/grafico1.jpg" alt="" width="411" height="283" /></a></p>
<p><strong>Qualquer país do mundo, especialmente no momento em que a velha e poderosa Europa se debate com inédita crise,  gostaria de ostentar indicadores econômicos como os que o Brasil, pela herança de Lula e a competência de Dilma, está apresentando aos seus cidadãos e ao mundo: as exportações do agronegócio registraram a impressionante cifra de US$ 95 bilhões, batendo recorde histórico. Nossas exportações de produtores agroindustriais superam em 24% os números alcançados em 2010, quando atingimos a já fabulosa marca dos US$ 76,4 bilhões. Esse foi nosso melhor desempenho desde 1997, e a meta da presidenta Dilma Rousseff é fazer com que o Brasil ultrapasse os US$ 100 bilhões, com crescimento estimado de, no mínimo, 5,7%.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/grafico2.jpg" ><img class="aligncenter size-full wp-image-5287" title="grafico2" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/grafico2.jpg" alt="" width="412" height="284" /></a></p>
<p><strong>Nos portos da União Européia, da China, dos Estados Unidos, Rússia e do Japão, os imensos cargueiros que desembarcam nossos grãos, farelos e óleo, por exemplo, são o retrato da sexta economia mundial, aquela há poucas semanais deixou o respeitável Reino Unido para trás&#8230; É pouco para quem valoriza os boatos, mas é apenas a realidade para os que analisam os fatos e acompanham o impressionante crescimento do Brasil desde 2003, quando o presidente Lula iniciou a profunda revolução pacífica que soergueu um país desmoralizado e sem qualquer credibilidade internacional.</strong></p>
<p><strong>Poucos brasileiros, muito poucos, foram informados de quem ouve um superávit comercial de quase 48% em nossa balança comercial em 2011. O competente secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alessandro Teixeira, faz poucos dias, anunciou que alcançamos quase US$ 30 bilhões de superávit em nossas relações comerciais com os demais países, batendo novo recorde histórico. Vendemos US$ 256 bilhões e compramos US$ 226 bilhões. Um indicativo seguro de muito trabalho, seriedade e sucesso nas políticas comerciais adotadas pelo governo da presidenta Dilma Rousseff. O saldo comercial foi robusto, contribuindo para as contas externas do país.</strong></p>
<p><a href="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/economia.jpg" ><img class="size-full wp-image-5288 alignleft" title="economia" src="http://delubio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/economia.jpg" alt="" width="312" height="216" /></a></p>
<p><strong>Os boatos dão conta de coisas miúdas e desimportantes, mas que ocupam por algum espaço de tempo grande parte do noticiário e, com certo estardalhaço, vão deixando pelo caminho algumas reputações estraçalhadas&#8230; Os fatos, perdidos nos cantos de páginas ou nem sempre levados à opinião pública, mostram um Brasil pujante e vencedor, ganhando mercados internacionais com seus produtos de altíssima qualidade e por demais competitivos, tornando-se uma das principais potências econômicas do século 21. Os boatos são a expressão do rancor dos que foram derrotados nas urnas depois de terem governado por décadas, de terem quebrado o país, de terem entregue à preço-de-banana as melhores empresas estatais. Os fatos são a verdade de um país muito melhor que os brasileiros estão construindo com alegria, talento e trabalho.</strong></p>
<p><strong>(*) Delúbio Soares é professor</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.delubio.com.br/" ><em>www.delubio.com.br</em></a></strong></p>
<p><strong><a target="_blank" href="http://www.twitter.com/delubiosoares" ><em>www.twitter.com/delubiosoares</em></a></strong></p>
<p><strong><a target="_blank" href="http://www.facebook.com/delubiosoares" ><em>www.facebook.com/delubiosoares</em></a></strong></p>
<p><strong><em><a href="mailto:companheirodelubio@gmail.com">companheirodelubio@gmail.com</a></em></strong></p>
<ul>
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