
Apóio o Delúbio e a sua luta pela a reintegração de sua pessoa a sociedade brasileira por dois motivos muito simples: primeiro porque eu conheço o Delúbio a mais de vinte anos. Segundo porque sempre acreditei em sua personalidade de pessoa firme em seus propósitos quando se é para fazer algo em prol do gênero humano. Não sou nem um pouco suspeito em falar bem desse cidadão que a quatro anos atrás ajudou o Lula a colocar esse trem chamado brasil que estava totalmente descarrilhado no vão da história, porque assim que o Delúbio assumiu a tesouraria do PT (Partido dos Trabalhadores) eu estava aqui no Tocantins e só o reencontrei agora em visita a Palmas para fazer o lançamento de sua revista COMPANHEIRO DELÚBIO, que foi recebido com muito carinho pela imprensa e população tocantinense. Passei a metade de um dia numa longa caminhada com o Delúbio e amigos dele que o reencontrou aqui em Palmas em visitas as escolas e residências de familiares e nesse ínterim deu para perceber a preocupação de Délubio em voltar a ativa através de um mandato no Congreso Nacional. Se depender do Tocantins, com certeza o nosso Delúbio estará representando Goiás e de tabela nos ajudando a trazer o progresso para o nosso novo estado. É isso aí Delúbio, estamos com você para o que der e vier. Até a vitória!
Nilo Alves,
Palmas-TO
www.niloalves.com.br





Fico feliz por ver que o companheiro está lutando para retornar ao PT. Sou acadêmico do último semestre de jornalismo (pelo PROUNI) e desde que fazia o curso pré-vestibular, em uma instituição onde consegui bolsa de estudos, discutia com professores e demais alunos na defesa dos ataques que o PT, o Senhor, o José Dirceu e outros sofreram. Na faculdade não foi diferente, mas eu sempre gostei de debates e como a maioria dos alunos não quer saber de se informar, mas apenas de ecoar o que ouvem da grande imprensa, tive diversos momentos de satisfação, quando questionava sobre as acusações e o que eles sabiam a respeito do que se passava. Eu sempre perguntava que partido não seria chamado de sujo e que presidente não seria chamado de bandido, enfrentando o grande poder das elites e os interesses escusos da grande mídia. Evidente que qualquer um seria atacado da mesma maneira e somente a míopia dos seus intelectos impede que identifiquem as relações de causa e efeito que moveram a grande campanha para a desmoralização do PT naqueles momentos, persistindo, diga-se, até os dias atuais. Espero que o PT tenha coragem de aceitá-lo novamente como membro, pois o que os adversários queriam era vê-los destruídos. Tanto o partido, quanto seus filiados têm, neste momento, de mostrar que não aceitam as imposições da imprensa e não se deixarão submeter aos seus caprichos. Mesmo que lentamente, sobretudo por conta do advento da internet, existe uma revolução em curso no Brasil e na América Latina. Uma revolução silenciosa, diferente da paixão que movia os movimentos das gerações anteriores. Uma revolução com pés de flor, que aos poucos está resgatando de volta nosso orgulho, nos fazendo lembrar quem realmente somos e das nossas importâncias como cidadãos. Não creio que haja mais espaço para a violência que acontecia no passado, ao menos não nos mesmos moldes e creio mais: que a influência da mídia será cada vez mais minada pela internet e que o povo cada vez mais vai tomar consciência daqueles que realmente defendem seus interesses. Na faculdade costumo dizer que a certeza que o povo tinha a respeito dos políticos de antes é muito pior do que a incerteza que alimentamos hoje com os políticos que estão assumindo o poder. Pois aquela era a certeza de que tudo ficaria do jeito que estava e hoje começamos a trilhar caminhos incertos, que a pouco e pouco estão nos conduzindo para realidades menos áridas. Costumo dizer também que o próprio povo, se não tem certeza sobre o que quer de seu país, ao menos nos ultimos anos vem mostrando claramente o que não quer mais. Quando o presidente Lula ganhou a eleição de 2002, falei para alguns amigos que governar o Brasil era fácil, bastanto para isso se fazer o contrário do que havia feito o Sr. Fernando Henrique, o problema é que o contrário do que fez FHC seria comprar de volta o país que ele vendeu. Hoje estamos comprando de volta o Brasil, muito embora a sanha de muitos dos que se beneficiaram com a sua venda esteja ferida e eles estejam se sacudindo na busca de continuarem ganhando em cima do nosso sangue. Para encerrar, o que posso dizer, dentro do pouco que observo é que estamos vencendo a guerra. E vamos vencer ainda mais, com a Dilma ganahando as eleições do ano que vem. Abraços